Em seu aniversário de 114 anos, a Academia Brasileira de Letras distribuiu, nesta quinta-feira (21/7), o Prêmio Machado de Assis, que é dividido em oito categorias. O historiador paulistano Carlos Guilherme Mota foi o ganhador do prêmio principal, pelo conjunto da obra, no valor de R$ 100 mil. Os demais vencedores ganham R$ 30 mil.

Elvira Vigna recebeu pelo livro Nada a dizer, na categoria ficção; Sergio Flaksman, pela tradução de inglês para português de O amante de Lady Chatterley, de D.H. Lawrence, Salgado Maranhão, por A cor da palavra (poesia), Maurício de Almeida Abreu (falecido), por Geografia histórica do Rio de Janeiro (história e ciências sociais), e Ronaldes de Melo e Souza, por Ensaios de poética e hermenêutica (ensaio e crítica literária).

“Só eu mesmo para receber prêmio infanto-juvenil fazendo 80 anos!”, brincou Ferreira Gullar, agraciado por Zoologia Bizarra (há seis anos, ele ganhou o principal). Na categoria cinema, foram contemplados Ismael Caneppele e Esmir Filho, roteirista e diretor do filme Os famosos e os duendes da morte, que venceu o Festival Internacional de Cinema do Rio de 2009.

O Machado de Assis é concedido há 70 anos, e se tornou a mais importante premiação literária brasileira. As escolhas são feitas por comissões de acadêmicos. A obra de Mota, pesquisador e professor, foi saudada pelo presidente da ABL, Marcos Vinicius Vilaça, como singular e com “enfoques inéditos da construção da nossa nacionalidade”.

*Com informações do Estadão.com


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