O Itaú Cultural acaba de lançar a Escola Itaú Cultural , plataforma que reúne cursos, masterclasses, palestras, mestrados, especialização em gestão e políticas culturais, cátedra das ciências, artes e tecnologia, ampliando o olhar sobre a formação em cultura e arte.

A nova plataforma de formação da instituição começa já oferecendo cinco cursos livres. Três deles requerem inscrição prévia até 7 de novembro: Introdução ao Teatro Essencial, sobre o método criado por Denise Stoklos; Mediação Cultural Contemporânea, que revisita os paradigmas da mediação na cultura e debate as práticas contemporâneas dessa área, e Entreolhares: Arte e Algoritmo Como Usar o Processamento Digital na Criação de Poéticas? Outros dois juntam-se a eles, sem necessidade de inscrição – Constelação das Artes: Histórias da Música e Sonoridades Brasileiras, que acompanha a construção da ideia de identidade nacional por meio da música, e Constelação das Artes: História do Brasil em 12 ingredientes e 1 dose, que trata da história gastronômica brasileira.

Consolidando a especial atenção da instituição nesta área, a Escola Itaú Cultural é a sua principal ação formativa. Gratuita, como todas as atividades oferecidas pela organização, ela é apresentada de forma acolhedora, fácil e intuitiva, e grande parte do seu conteúdo pode ser acessada a qualquer hora.

O currículo oferece diferentes tipos de cursos nos formatos a distância e híbridos (online/presencial), autoformativos e mediados, em pós-graduação, cursos de extensão da formação acadêmica e universitária e livres. Aqueles que frequentarem, no mínimo, 75% das aulas receberão certificado nas múltiplas modalidades. Todos eles são voltados para as diversas áreas de atuação cultural da organização, reafirmando o seu foco na arte e na cultura no Brasil.

“Entendemos que criar condições para a formação é um meio de promover a participação do cidadão, algo fundamental para o desenvolvimento de um país, ainda mais por meio da arte e da cultura”, diz Eduardo Saron, diretor do Itaú Cultural. “Esta plataforma pretende democratizar o acesso do público aos nossos cursos, mas também proporcionar a interação com os diversos programas que oferecemos por meio dela, como por exemplo, a Enciclopédia de Arte e Cultura Brasileira”, continua ele. “Em tempos em que a desigualdade grita de maneira ainda mais expressiva, é preciso que todos dediquemos parte de nossos esforços para que mais pessoas tenham acesso a múltiplas possibilidades de formação”, conclui Saron.

 


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