Segundo matéria publicada no blog de Míriam Leitão*, em O Globo, um levantamento feito pela Associação Brasileira de Promotores de Eventos (ABRAPE) indica que foram perdidos, desde o início da pandemia, 335.435 empregos formais no setor, composto por operadores turísticos e agências de viagem, aluguel e montagem de estruturas para eventos, bares e restaurantes, hospedagem, publicidade e propaganda, segurança privada e serviços gerais e de limpeza. O número passa de 450 mil se entrarem no cálculo os trabalhadores indiretos.

“Os empregos afetados no segmento superam em quase 80 vezes os perdidos com o fechamento das fábricas da Ford no país”, afirma o empresário e presidente da ABRAPE, Doreni Caramori Júnior, que afirma que se não houver medidas emergenciais que protejam o setor, há o risco de dobrar este número.

De acordo com Caramori Júnior, a esperança do setor é a aprovação pela Câmara dos Deputados do projeto de lei que cria o Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos, de autoria do deputado federal Felipe Carreras (PSB/PE). Entre as medidas do projeto estão “obrigar as instituições financeiras federais a disponibilizar especificamente para as empresas do setor de eventos: linhas de crédito específicas para o fomento de atividades, capital de giro e para a aquisição de equipamentos; condições especiais para renegociação de débitos que eventualmente essas empresas tenham junto a essas instituições, mesmo se forem optantes do Simples Nacional”.

*Matéria completa em https://blogs.oglobo.globo.com/miriam-leitao/post/setor-de-eventos-perde-empregos-equivalentes-80-fabricas-da-ford.html


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