Gestor cultural, o profissional do futuro
Estamos falando de um dos mercados mais potentes do mundo e um dos que mais cresce e se revigora a cada dia. De algo tão necessário ao ser humano como comer e respirar. De uma
Estamos falando de um dos mercados mais potentes do mundo e um dos que mais cresce e se revigora a cada dia. De algo tão necessário ao ser humano como comer e respirar. De uma
A cadeia produtiva do setor cultural é formada por inúmeros agentes. Cada um desses agentes possui um papel distinto, complementar e fundamental na composição de um setor cultural rico e produtivo, que contribua para o
A atividade cultural é composta por uma diversa e abrangente cadeia produtiva, com funções e especificidades próprias. Cada um desses agentes possui um papel distinto, complementar e fundamental na composição de um setor cultural rico
Embalado pela excelente discussão da semana passada, com ricas contribuições sobre a convergência entre cultura e educação, venho provocá-los com um assunto ainda mais sensível: a confusão entre política de cultura e assistência social, ainda
Um dos assuntos mais controversos (e menos discutidos) das políticas culturais é a relação intrínseca da cultura com a educação. Vivemos uma espécie de trauma pós-separatório, influenciado por um tratamento periférico nos tempos que o
Lancei “Diversidade Cultural – Globalização e culturas locais: dimensões, efeitos e perspectivas” em 2004, em meio ao processo de construção da Convenção da Unesco sobre o assunto, quando ainda era virgem no Brasil e pouco
O antropólogo italiano Massimo Canevacci fala sobre o impacto da experiência audiovisual em sua pesquisa com os índios Bororo e Xavantes no Mato Grosso. A crise gerada no processo antropológico com a autorrepresentação indígena e
Na gestão Lula, o Ministério da Cultura só intensificou a tradicional política de balcão, que prometeu acabar. O novo ministro cede aos interesses dos grandes e investe numa nova clientela, representantes das populações mais pobres,
A consolidação da economia como ciência dominante em nosso tempo fez com que lhe subordinássemos todas as outras formas de manifestação humana como fenômenos derivativos, seguindo uma lógica e uma codificação próprias. E com a
Leonardo Brant faz uma breve retrospectiva da “parceria” público-privada em torno da cultura e anuncia a necessidade de “uma nova política governamental pela responsabilidade cultural corporativa, com um fundamento: preservação de direitos e liberdades culturais e econômicas associada ao desenvolvimento de frentes de acesso a participação da cultura”