O setor de música no Brasil tem grande potencial de negócios com a chegada dos eventos internacionais, segundo estudo do Sebrae. Pesquisa feita pela entidade identificou 20 atividades com potencial empreendedor no segmento de música, entre elas o comércio de discos, as casas de show e a produção e promoção de eventos musicais. A informação é do site Empreendedores Criativos.
Atenta as mudanças no mercado fonográfico, empresas que utilizam a música como matéria-prima vem surgindo, com modelos de negócios antenados às novas dinâmicas. Um dos destaques é a ascensão das plataformas de streaming, ou computação em nuvem, formato de distribuição de informação multimídia que dispensa o armazenamento de arquivos.
O modelo foi assimilado pelo mercado da música e diversos serviços do gênero surgiram, produto de grandes empresas, como o iTunes, da Apple, ou fruto do trabalho de jovens desenvolvedores, como o Grooveshark e o Deezer. A maior delas, o Spotify, tem cerca de 20 milhões de usuários, dos quais cerca de cinco milhões são pagantes.
Na Suécia, país onde foi criado, o Spotify foi apontado como um dos principais responsáveis pela recuperação, mesmo que tímida, da indústria fonográfica local. As vendas de música por lá subiram 14%, alavancadas pelos formatos digitais (90% da música comercializada em 2012), o maior crescimento desde 2005.
A empresa tem contratos com as gravadoras Sony, EMI, Warner e Universal e devolve 70% dos recursos que gera para a indústria musical com o pagamento de direitos autorais – valor que atingiu 375,4 milhões de euros em 2012, segundo o jornal inglês The Independent.
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Sincronia – Outra empresa que insere um novo modelo de negócios no mercado de música é a OneRPM. Segundo o caderno Link do jornal O Estado de S. Paulo, a companhia não recolhe dinheiro de direitos de execução, mas de sincronização – autorização para que uma obra seja incluída em trilha de produção audiovisual, como um vídeo do YouTube.
A empresa também oferece outros serviços, como criar um canal para o artista no YouTube, em que só é permitido colocar obras próprias, e o músico recebe uma receita dos anúncios veiculados na página e nos vídeos. O artista também tem direito a identificação de conteúdo, chamado “fingerprint” (impressão digital). A ferramenta varre o YouTube atrás vídeos com músicas do artista. Juliano Polimeno, representante da OneRPM, exemplifica: “Um fã botou sua música em um vídeo. A ferramenta passa a monetizar o conteúdo”.
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*Com informações do site Empreendedores Criativos e do caderno Link do jornal O Estado de S. Paulo
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