As receitas com a música digital subiram 8% em 2011, para US$ 5,2 bilhões de dólares. Os números não foram suficientes, no entanto, para evitar outro declínio anual no mercado geral: dos US$ 16,7 bilhões movimentados em 2010 para US$ 16,2 milhões.
As cifras divulgadas na segunda-feira (23/1) pela Federação Internacional da Indústria Fonográfica (Ifpi, na sigla em inglês) confirmaram as expectativas, de que a baixa iniciada no final dos anos 1990 continuasse no ano passado.
A boa notícia foi que o declínio de 2011, de cerca de 3%, foi menor do que a queda de 8% registrada em 2010.
“O futuro parece extremamente luminoso. Será que a indústria superou uma fase? Definitivamente estou mais otimista agora do que já estive”, disse Rob Wells, presidente do setor de negócios digitais globais do Universal Music Group, o maior selo do mundo.
Edgar Berger, presidente e CEO internacional da Sony Music Entertainment, acrescentou: “Acho que o cenário está mudando de forma favorável e passaremos do vento contrário aos ventos favoráveis.”
Frances Moore, diretora executiva da Ifpi, disse que grandes serviços legais de música digital expandiram no ano passado para 58 países – contra 23 em 2010.
Ela elogiou a chegada de novos modelos de se acessar música, incluindo serviços como o iTunes Match, e afirmou que o número de assinantes de sites como Spotify e Deezer saltou de 8,2 milhões em 2010 para 13,4 milhões.
*Com informações da Reuters
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