Antídoto – Vídeos e Debates

Usando a produção audiovisual como ferramenta para comunicar injustiças, problemas, desejos e soluções, entre os dias 6 e 9 de maio, o projeto Antídoto promove uma mostra de filmes seguida de debates em torno de questões relacionadas à violência, à desigualdade social, ao consumo de drogas e ao racismo.
Na quinta, dia 6, o lançamento do site O Veneno e o Antídoto – Uma Visão da Violência no Brasil   coloca em discussão a influência da criminalidade na vida dos brasileiros que habitam as regiões mais afetadas pelo problema. O debate conta com a participação de Estevão Ciavatta e Lao de Andrade.

O documentário A Ponte, exibido no dia 7, retrata o abismo social entre as duas margens do Rio Pinheiros, em São Paulo. Participam da discussão Tia Dag e Saulo Garroux, fundadores da ONG Casa do Zezinho, que atua na periferia da zona sul há 17 anos.

No sábado, é lançado Selva de Pedra – A Fortaleza Noiada, documentário que investiga o consumo de crack na capital cearense. No debate está o diretor Preto Zezé, a assistente social dra. Cynthia Studart e o policial militar Major Plauto.

O preconceito racial, suas causas e desdobramentos é a pauta do domingo, em que é apresentado o filme Zumbi Somos Nós, produzido pelo grupo Frente 3 de Fevereiro. A socióloga Maurinete Correia e o DJ e ator MC Eugênio Correia, membros do grupo, falam sobre o tema.

O Antídoto – Vídeos e Debates será realizado na Sala Itaú Cultural (Avenida Paulista 149 – Paraíso – São Paulo SP). A entrada é franca (ingressos distribuídos com meia hora de antecedência). Para mais informações, acesse www.itaucultural.org.br/antidoto.

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