Lei Rouanet, repartir para crescer
Quem não se lembra do clichê dos economistas no período da ditadura em que o país viveu o artificial milagre econômico e produziu uma vala de conseqüências sociais absolutamente irresponsáveis?
Quem não se lembra do clichê dos economistas no período da ditadura em que o país viveu o artificial milagre econômico e produziu uma vala de conseqüências sociais absolutamente irresponsáveis?
É muito comum no Brasil ouvirmos de alguns idealizadores a argumentação rasteira, provinciana de que pensar em cultura brasileira é coisa pequena diante do universo da arte. Confesso que tenho uma ponta de inveja dos
É um grande engano imaginar que estamos de fato discutindo uma lei, uma coisa assim simples como um gatilho, um estilingue, um trampolim para vôos mais amplos das expressões do povo brasileiro. Não! Não é
Hoje, a cultura brasileira encontra-se refém dos departamentos de marketing, isso não é segredo. Sabemos qual é a lógica desse seqüestro de valores e conceitos artísticos, sustentar e ampliar uma imagem institucional para que traga
Não são poucos os relatos que flagram os desequilíbrios que a Lei Rouanet nos revelou até então. A discussão sobre a sua eficácia, além de passar por artistas e produtores, empresas e MinC, deveria, obrigatoriamente,