Juca
Sim, pois é o Brasil mudou. Sim eu sei, o Barreto e as muita patotas continuam achando que ganharam a cultura por uso capião no momento em que vieram ao mundo. Então vem os mísseis
Sim, pois é o Brasil mudou. Sim eu sei, o Barreto e as muita patotas continuam achando que ganharam a cultura por uso capião no momento em que vieram ao mundo. Então vem os mísseis
Territórios, campanha de exibição, mínimo garantido, despesas de distribuição, royalties para lançamento em dvd, custos residuais, kick-off, colaterais… “ Um produtor independente tem uma idéia para um filme. Compra os direitos do livro que originou
Editando um inédito texto sobre a área cultural, o neoliberalismo brasileiro escreveu uma ficção em parcelas. A primeira, um golpe de mestre nas reivindicações dos artistas, produtores e pesquisadores que, na década de 70, escreveram
A guerra em torno da sucessão ministerial, que se dava até esta semana por movimentações de bastidores, ganhou a opinião pública com artigo publicado pelo jornal Folha de S.Paulo, por Luiz Carlos Barreto, intitulado “Nem
Sempre fui um admirador do músico e compositor Gilberto Gil, que no último dia 23 proferiu uma conferência com o tema “Política e Cultura no Mercado da Música”, no Teatro Carlos Gomes, encerrando o Programa
A massificação do acesso aos livros, fator condicionante ao sucesso do Brasil em suas metas de desenvolvimento, torna-se cada vez mais viável, à medida que se consolida a soma de esforços entre os setores público
Entre 01 e 04 de dezembro de 2010, aconteceu um importante evento acadêmico na cidade de Salvador/BA. Tratou-se do 1º. Congresso da ANDA (Associação Nacional de Pesquisadores em Dança), que reuniu pesquisadores da área da
Há um ano, por ocasião do Dia do Músico (22 de novembro), o Cultura e Mercado publicava minha “Carta Aberta à Ordem dos Músicos do Brasil”, bastante lida e comentada. Se algo mudou na OMB desde
Percepções e gargalos na criação, desenvolvimento e atuação em Redes Culturais: uma avaliação inicial. O desenvolvimento e fortalecimento de redes de articulação envolvendo entes e agentes culturais, assim como sua interlocução com entidades e foros
Ópera. Esta palavra suscita alguns equívocos. Por vezes, traz-nos à mente cantores líricos arrogantes, enredos intermináveis, maestros pomposos, grandes aparatos cênicos, uma multidão de black-tie e senhoras de longo munidas de mini-binóculos dourados. Com essa
Não há dúvidas de que o Brasil vive uma época histórica, com chances concretas por um conjunto de potencialidades de não só se emancipar imperativamente como antecipar seu desenvolvimento apontando para um futuro onde o
O Instituto Pensarte acaba de lançar uma nota oficial com o título “Cultura como eixo de Estado“. Nela a diretoria executiva (composta pelo presidente Fábio Maciel e pelos vices Px Silveira e Ricardo Albuquerque) defende