Charles Möeller e Claudio Botelho, responsáveis por grandes sucessos dos últimos anos no Brasil, agora são diretores de musicais da GEO Eventos, empresa que, associada à americana Base Entertainment, investe maciçamente na área desde a estreia de Priscilla – A Rainha do Deserto.
Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, Botelho disse que a ponte com o mercado americano é um dos maiores atratitvos da parceria. “Passamos uma semana em Nova York conversando com seus dirigentes e descobrimos que eles dispõem de títulos recentes mas também de clássicos, que fazem parte do nosso repertório.” Com isso, um de seus primeiros projetos na nova casa, o musical sobre Milton Nascimento, pode também chegar aos EUA e à Europa.
Möeller e Botelho, que trabalham juntos desde 1997, quando estrearam o primeiro espetáculo, As Malvadas, estavam ligados à Aventura Entretenimento, empresa carioca que produziu todos seus musicais desde A Noviça Rebelde, em 2008. Mas a empresa enveredou por outros caminhos – como desenvolver uma estratégia de marketing para a escola de samba São Clemente, no carnaval carioca -, que não interessavam à dupla.
O último trabalho conjunto, a montagem de O Mágico de Oz, estreia em junho, no Teatro João Caetano, no Rio.
O contrato de três anos (com direito a renovação) prevê que a dupla entregue ao menos cinco projetos de espetáculos por ano à GEO que, por sua vez, responsabiliza-se para viabilizar dois ou, ao menos, um deles. Além de ter total liberdade de criação, Möeller e Botelho conseguirão viabilizar outro sonho antigo: o de ter um teatro próprio, uma vez que a GEO mantém um amplo espaço (são mais de 600 lugares), localizado no mesmo prédio que abriga o Instituto Tomie Ohtake. “Hoje, é um dos locais mais completos para se montar musicais no Brasil”, acredita Botelho.
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*Com informações do Estadão.com