Segundo informações do jornal Global Times, todos os museus da China deverão ser abertos ao público gratuitamente no fim deste ano, obedecendo a um decreto do governo do país. Para o site Artinfo, esse é um gesto poderoso do comprometimento nacional com as artes de um partido que não é exatamente conhecido pelo seu apoio à cultura.

A ascensão impressionante dos artistas contemporâneos, colecionadores e casas de leilão na China aponta para um verdadeiro renascimento da arte chinesa. Mesmo assim, este fenômeno de esperança aconteceu diante de alguns problemas de longo prazo que continuam a importunar as instituições de arte da China – problemas que terão de ser confrontados pelos maiores museus de arte contemporânea nacionais se a cena artística local quiser ascender ao status internacional ao qual tem clara aspiração.

O site de artes listou os cinco maiores desafios para o desenvolvimento dos museus do país asiático. Entre eles, o fato de as instituições serem mal administradas e terem poucos diretores e funcionários bons; a quantidade de trabalhos de alta qualidade disponíveis é limitada; e a geração atual das instituições de arte da China é fraca e frequentemente comprometida com uma agenda de negócios.

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*Com informações do site ArtInfo


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