A concorrência pela captação de recursos

“Recursos de patrocínio são sempre bastante voláteis. A concorrência é feroz e o número de empresas que investem em cultura é pequeno e seleto. Projetos culturais pequenos concorrem abertamente com grandes projetos de entretenimento, entre eles grandes festivais proprietários”, afirma Gui Afif, sócio da empresa de consultoria e gestão de patrocínios Guaimbé Bureau de Cultura.

Afif estará no Cemec de 2 a 5 de fevereiro para mais uma edição do curso Captação de Recursos. Ele lembra que as gestões das empresas mudam muito rápido, agências e fornecedores se alternam com velocidade ainda maior e até as políticas de patrocínios, que deveriam ter uma visão de longo prazo, são substituídas às vezes anualmente.

Nem com incentivo fiscal dá pra se garantir, já que os recursos também têm uma configuração volátil: os lucros das empresas oscilam como um derivativo da sua receita, assim, milhões de reais em recursos incentivados podem ir a zero de uma hora para outra, complicando bastante o planejamento de patrocínio.

Por isso, não só é importante saber captar – o que inclui planejamento, estudo de potenciais patrocinadores, prospecção -, como também cuidar da medição dos resultados e da prestação de contas. “A renovação da venda e a prestação de contas em projetos que precisam ou pretendem se sustentar ao longo do tempo não são diferenciais, mas sim uma questão de sobrevivência”, alerta Afif.

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