Especialistas discutem relevância das redes sociais para empresas

Social Bakers, portal especializado em estatísticas de mídias sociais, divulgou pesquisa em que comparou a integração dos usuários com as marcas Coca-Cola, Starbucks, RedBull, Oreo, Converse, PlayStation, Skittles, iTunes, Pringles e McDonalds, no Facebook e no Twitter.

A conclusão foi que o Facebook integra as pessoas em conversações e diálogos, dando aos fãs uma sensação de exclusividade, e que os usuários de redes sociais costumam se engajar mais com a empresa de Mark Zuckerberg do que com o Twitter.

A Bakers explica que, no Facebook, os usuários podem acessar fotos, álbuns, links, updates de status e muito mais conteúdo da marca, a apenas um clique: “A rede é boa para as companhias que querem construir relacionamentos com seus fãs e para aqueles que querem compartilhar emoções que a marca transmitiria”, afirma o portal.

O Twitter, por outro lado, tem a vantagem de atingir um número maior de pessoas e permitir que o conteúdo seja postado com mais frequência: “É bom para marcas que precisam de streaming ao vivo, blogar e promover ideias”, diz o site.

Ao final, seis das dez marcas mostraram mais engajamento no Facebook (Starbucks, RedBull, Converse, PlayStation, iTunes e McDonalds). Apenas duas delas se destacaram no Twitter (Oreo e Skittles). Com as outras duas (Coca-Cola e Pringles), há um engajamento idêntico entre os dois sites.

Indicação – Durante o evento Web Expo Fórum, que aconteceu em São Paulo na semana passada, especialistas chegaram à conclusão que avaliar o número de fãs e seguidores é uma métrica ineficiente.

Ao falar de engajamento em redes sociais, Dereck Kazee, estrategista global da Acxiom (consultoria multinacional em marketing de precisão e qualidade de dados), destaca que as indicações de amigos são muito mais valiosas na internet que o número de “curtis” que uma página tem e, que para ganhar repercussão na rede, a empresa precisa entender qual sua vocação.

Para Marcelo Coutinho, pesquisador da FGV,os formadores de opinião e aquelas pessoas que circulam bem entre grupos são as que mais podem acrescentar a uma empresa e não são necessariamente as que tem maior número de seguidores, fãs ou amigos.

Clique aqui para ler a reportagem completa do jornal Brasil Econômico.

*Com informações do site Olhar Digital e do jornal Brasil Econômico

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