Um relatório recente da MPAA (Associação Cinematográfica Americana, na sigla em inglês) aponta que os BRICS (grupo formado pelo Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) estão ajudando a manter Hollywood de pé diante dos altos custos dos efeitos especiais, das caras campanhas promocionais e dos cachês estratosféricos como o de Cruise. A informação é de reportagem da revista IstoÉ.

Foto: Lady BeamesO crescimento das bilheterias no Brasil, na China e na Rússia impulsionou o faturamento internacional do cinema americano em 6%. O peso recente do mercado dos BRICS para Hollywood comporta outras estratégias, como rodar os próprios filmes nesses países e, assim, gerar ainda mais o interesse das plateias locais.

Nos últimos anos, foram três superproduções filmadas no Brasil: “Os Mercenários”, com Sylvester Stallone, “Velozes e Furiosos 5 – Operação Rio”, com Vin Diesel, e a primeira parte de “Crepúsculo – Amanhecer”, com Robert Pattinson e Kristen Stewart, que faturou US$ 32 milhões nos cinemas brasileiros, a terceira maior bilheteria internacional.

O movimento oposto surte efeito semelhante nas bilheterias e não é um acaso o fato de atores nacionais serem cada vez mais convidados a trabalhar em Hollywood. Exemplo recente é o de Wagner Moura, escalado para o vilão de “Elysium”, produção de US$ 120 milhões que traz também Alice Braga. Já o diretor José Padilha está negociando um novo thriller, pela Warner: “The Brotherhoods”, sobre detetives corruptos que trabalham para a máfia em Nova York.

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*Com informações da revista IstoÉ


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