Fórum discute sistema que integra diversos aparelhos eletrônicos

Reportagem do caderno Link, do jornal O Estado de S. Paulo desta segunda-feira (28/5), mostra o empenho de pesquisadores para desenvolver no Brasil o conceito de Internet of Things (Internet das coisas, em tradução livre), a ideia de um sistema que conecta, promove a interação e dá certa autonomia a diferentes aparelhos eletrônicos. Para funcionar, é preciso que as tecnologias empregadas na construção dos objetos sigam alguns padrões.

Criado em abril por pesquisadores e empresários para fomentar as discussões sobre o tema no país, o Fórum de Competitividade de IoT coloca os mais de 200 tipos de padrões existentes como um dos grandes desafios para a criação de redes de objetos inteligentes em todo o mundo e, especialmente, no Brasil.

“Para o usuário, a questão mais importante é a interoperabilidade: a possibilidade de que um aparelho comprado em qualquer lugar do mundo possa acessar qualquer rede sem que ele se preocupe com isso”, afirma Roberto Matsubayashi, diretor da GS1 Brasil, braço nacional da associação preocupada em estabelecer padrões técnicos para a indústria e o varejo no mundo.

Não há um órgão que regule a padronização. A indústria e o mercado acabam se autorregulando e elegendo seus padrões. A entidade que mais concentra a determinação desses padrões hoje no Brasil é a GS1, que detém os direitos de propriedade de diversas tecnologias e as disponibiliza sem cobrar royalties.

Gabriel Marão, CEO da Perception e também coordenador do Fórum, diz que um dos grupos de trabalho criados pelo Fórum empenha-se na mobilização de indústria e governo para a adoção de padrões que permitam o crescimento do setor. E um passo crucial para tornar o país competitivo mundialmente, explica ele, é a nossa participação em fóruns internacionais.

A reportagem completa está disponível aqui.

*Com informações do caderno Link

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