Embora a EMI tenha liberado o uso de DRM (administração digital de direitos), indústria fonográfica ainda resiste a liberação.
A gravadora EMI anunciou recentemente que está retirando os bloqueios digitais ou DRM (administração digital de direitos), para baixar suas músicas pela internet em páginas como iTunes.
A empresa, que é o terceiro maior selo da indústria fonográfica mundial, declarou que cada música de seu catálogo online será disponibilizado no formato “premium”. Segundo a gravadora, o custo será maior e a qualidade será melhor do que nas faixas disponíveis atualmente e serão vendidas a partir de maio através da página iTunes da Apple.
O DRM é um software de combate à pirataria para a venda online de música e vem sendo usado como ferramenta básica em sua luta contra o download ilegal, mas os críticos da prática argumentam que ela impõe restrições demais aos consumidores e prejudica os downloads legais de música.
O Warner Music Group afirmou que não vê lógica em abandonar o DRM, mas continua a testar o uso de arquivos sem proteção, o mesmo que vem fazendo a Universal Music, parte do grupo Vivendi.
Sob o primeiro acordo para distribuir essa nova formade conteúdo, a iTunes, da Apple, venderá faixas da EMI por 1,29 dólares, 1,29 euros ou 99 pence (centavos de libra), um pouco acima de seu preço padrão. Os álbuns com qualidade de som melhorada e sem DRM manterão o mesmo preço.