Impulsionada por grupos de jovens cinéfilos, a atual produção do cinema independente brasileiro é marcada pelo controle total da verba, pela criação coletiva e por um desprendimento, total ou parcial, da estética do cinema clássico e da TV.
O resultado, segundo reportagem da Folha de S. Paulo, são filmes ousados, que têm obtido boas críticas, prêmios e espaço em grandes festivais.
O rodízio na equipe (o montador de um filme dirige outro, por exemplo) e a “autoria compartilhada” (dois ou quatro dirigem um mesmo filme, criam-se “parcerias criativas” e há uma hipervalorização do papel do fotógrafo e do montador) garantem a falta de hierarquia nos grupos.
Se realizar não é mais o problema, fazer essas produções circularem e seduzirem o público é o grande desafio. E a coletividade também acaba sendo a solução.
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*Com informações da Folha Online