No último sábado (07), manifestantes fizeram protestos em cinco capitais em defesa da Cinemateca Brasileira, que teve parte de seu acervo destruída por um incêndio no galpão localizado na Vila Leopoldina (zona oeste de São Paulo), no dia 29 de julho. As manifestações aconteceram em São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Curitiba e Porto Alegre, em frente as cinematecas de cada estado e ao palácio do planalto.
Estima-se que o ato ocorrido em São Paulo, diante do prédio da Cinemateca Brasileira, foi o maior registrado, reunindo cerca de 500 pessoas, segundo estimativa informal da Guarda Civil Metropolitana. A multidão, liderada pela Sociedade Amigos da Cinemateca, era composta por cineastas, técnicos, intelectuais e ativistas da cultura e moradores do bairro da Vila Mariana, onde a sede da Cinemateca está localizada.
O deputado estadual Carlos Gianazzi (PSOL-SP), presente na manifestação em São Paulo, entrou com uma denúncia criminal na Procuradoria Geral da República contra o secretário de Cultura e seu adjunto, Hélio Ferraz. Além disso, uma das associações de moradores da Vila Mariana move uma ação civil pública contra a Secretaria Especial de Cultura, comandada por Mário Frias.
Além do descaso recorrente pelo qual a instituição vem passando, os manifestantes também apontam lentidão do governo para decidir qual será a nova organização social que irá gerir Cinemateca – a Secretaria de Cultura publicou um edital para contratar a nova OS um dia após o incêndio.
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