Mercado da música se reinventa na era digital

Matéria da revista IstoÉ Dinheiro, publicada na última sexta-feira, aborda os novos rumos da indústria da música no século XXI, depois de mais de uma década do Napster, o site americano de compartilhamento de músicas que deflagrou a derrocada do setor fonográfico mundial.

Hoje, empresas e profissionais ligados ao cenário musical encontram diferentes alternativas para promover seus trabalhos. Com isso, surgiu uma nova dinâmica de negócios no setor, e agora é cada vez mais comum ver artistas fazendo um uso inteligente da internet para divulgar ou comercializar seus trabalhos.

Nesse contexto, as redes sociais são o palco principal para um diálogo direto entre artistas e fãs, que tomam conhecimento das músicas antes do lançamento comercial do CD. Outra tendência é a utilização da rede como canal de comércio eletrônico para expor artigos como camisetas, ingressos para shows e, claro, os discos.

Há espaço também para a combinação de ações digitais com as velhas ferramentas do show business, como programas de TV e rádio, merchandising e licenciamento de produtos. Isso sem falar naquela que é uma das principais inovações do momento e que é utilizada principalmente pelas bandas independentes: o crowd funding, modelo pelo qual os artistas recorrem aos fãs, via internet, para arrecadar recursos para gravar CDs ou DVDs.

Hoje, as relações de mercado na música não dependem de gravadoras, são mais pulverizadas e guiadas por uma nova integração de forças, com um papel mais ativo dos músicos no comando de suas carreiras e negócios, maior espaço para os selos independentes e empresas criadas de acordo com as novas regras do jogo.

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Estrombo – No Rio de Janeiro, o Sebrae e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) decidiram unir forças para ajudar a indústria da música a desenvolver novos modelos de negócios. Para isso, informa reportagem do jornal Brasil Econômico, a parceria destinou cerca de U$ 2,2 milhões ao Estrombo, projeto voltado ao desenvolvimento desse segmento da economia por meio do uso de novas tecnologias.

A motivação por trás da empreitada, que tem ainda como parceiros a Fundação Getúlio Vargas (FGV) e o Facebook, está na transformação da indústria musical. Segundo a diretora de Economia Criativa do Sebrae-RJ, Heliana Marinho, o Estrombo visa incentivar novas formas de negócios no meio musical com a utilização da internet e seus diversos recursos, principalmente as chamadas redes sociais.

Lançado no final de 2010, o site do projeto é o local onde as informações relacionadas à iniciativa são concentradas. Além da difusão praticamente diária de informações digitais ligadas ao mundo da música, o projeto conta também com ações presenciais.

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*Com informações da IstoÉ Dinheiro Online e do Brasil Econômico Online

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