Reportagem da agência de notícias Bloomberg, reproduzida pelo jornal Valor Econômico, aponta uma tendência do mercado de artes: milionários de países em desenvolvimento estão integrando conselhos de “trustees” de museus, que auxiliam na gestão dos fundos e nas política dessas instituições.
No New Museum of Contemporary Art (EUA), por exemplo, 20% da composição do conselho é composto por trustees estrangeiros. Além de captar recursos e doações, eles ajudam a entidade a negociar empréstimos e navegar burocracias no exterior. Fazem parte do conselho o bilionário russo Leonid Mikhelson; o diretor-executivo da unidade brasileira do Credit Suisse Group AG, José Olympio Pereira; e o diretor-gerente da Companhia de Desenvolvimento Shiplake, Hank Latner.
O quadro internacional de “trustees” do Metropolitan Museum of Art inclui Alejandro Santo Domingo, bilionário colombiano cujo patrimônio líquido de US$ 13,8 bilhões o coloca na posição 66 no Índice de Bilionários da Bloomberg. Na Asia Society, 12 dos 45 “trustees” são não americanos, vindos de países como a China, Japão, Singapura e Malásia.
“Participar do conselho de um museu é uma das formas mais inquestionáveis para firmar o nome de uma pessoa além do mundo empresarial”, diz Sergey Skaterschikov, fundador do Skate’s Art Market Research.
A íntegra da reportagem pode ser lida aqui.
*Com informações da Bloomberg