As políticas de livro e leitura do país deixarão de ser atribuição da Fundação Biblioteca Nacional (FBN) e voltarão para a estrutura do Ministério da Cultura. De acordo com o jornal Folha de S. Paulo, a decisão da ministra Marta Suplicy aconteceu na última segunda-feira (9/4), quando José Castilho Marques Neto, presidente da Editora Unesp, aceitou o convite para voltar ao cargo de secretário-executivo do Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL).
Segundo especialistas, a transferência de todas as políticas de livro e leitura do governo federal para a FBN, em junho de 2012, sobrecarregou a Biblioteca Nacional num momento crítico da instituição.
No último dia 27, Marta demitiu o presidente da FBN, Galeno Amorim, substituindo-o pelo cientista político Renato Lessa.
Segundo a Folha, esse poderá ser o primeiro passo para a criação de um novo Instituto Nacional do Livro (INL), órgão instituído em 1937 e esvaziado em 1990, no governo Collor, que o transformou em um departamento da FBN.
Desde então, essas ações eram divididas entre o MinC, em Brasília, e a FBN, no Rio, com mais ou menos atribuições para cada lado conforme as mudanças de governo.
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*Com informações da Folha Online