Presidente regional da Ordem dos Músicos do Brasil responde oficialmente sobre a cassação que provocou protestos do setor musicalOfício circular nº.004/2006
Rio de janeiro, 20 de Fevereiro de 2006.
Atenção
Senhores Músicos Remidos
Tenho o dever de comunicar a todos os Srs. Delegados, como iniciou o processo de cassação do músico, Sr. Eduardo Camenietzki.
O mesmo compareceu no dia das eleições, com abaixo assinado, dizendo haver irregularidade no Conselho Federal. Na qualidade de Vice-Presidente do Conselho Federal, solicitei do Presidente, querendo saber quais seriam as irregularidades; O Presidente do Conselho Federal imediatamente determinou que o Conselho Regional, juntamente com a Comissão de Ética convocasse o referido Sr., para apontar as irregularidades. Ao ser convocado para se retratar, faltou com Ética Profissional, com palavras ofensivas ao Presidente do Conselho Federal, Presidente do Conselho Regional, achando-se “Líder” da Classe e Professor da UFRJ., fazendo pilhérias com a Comissão de Ética por ofensa ao Presidente, chamando os Músicos de “um bando de pedintes”.
Por pretender denegrir a imagem da Ordem dos Músicos, o mesmo foi enquadrado no Artigo 19 letra “E” da lei 3.857 AD REFERENDUM do Conselho Federal; bem como alguns nominados na internet estão inadimplentes com a Ordem dos Músicos do Brasil e a Escola de Música da UFRJ não tem Professor com este nome, EDUARDO CAMINIETZKI e na Ordem é inscrito como Violonista.
O intuito deste músico e de mais alguns é tomar conta da OMB nas próximas eleições, o meu dever é lutar pele Patrimônio adquirido e por tudo que eu fiz; sendo eu substituído, futuramente por pessoas mais maduras e competentes, os novos tem pouca experiência e só sabem criticar uma boa administração. Todo o Patrimônio da OMB. foi adquirido por minha pessoa, juntamente com Diretores e Conselheiros e pagamentos de anuidades dos mais antigos, inclusive em uma entrevista que houve, os mesmos acharam que eu deveria estar em uma cadeira de rodas, mas Deus é grande e me deu esta missão de cuidar dos Músicos.
Cumpro meu dever com sacrifício e luta; também na Internet me chamaram de Presidente “papa defunto”, por não deixar enterrar nenhum Músico como indigente. Sempre fiz o enterro dos que não tinham condições.
Portanto, amigos, eles acham que a Ordem é só para disciplinar, fiscalizar e regulamentar não foi criada para ter sítio, estúdio de gravação e restaurante. São pessoas de “olho grande” e egoístas, que só querem destruir o que construí com muita dificuldade.
Atenciosamente,
João Batista Vianna
Presidente do CRERJ/OMB.