No total, catálogo do projeto terá 330 títulos nacionais licenciados para sessões públicas em cineclubes, pontos de cultura, escolas e universidades
A Programadora Brasil lança, dia 29 de abril, mais 151 títulos nacionais
Com esse lançamento, o catálogo passará a contar com 330 títulos, organizados em 103 DVDs temáticos. São filmes históricos e contemporâneos divididos em 90 curtas, 32 médias e 29 longa-metragens de todos os gêneros (animação, documentário, experimental e ficção), que compreendem nove décadas da produção nacional. Entre os filmes deste lançamento estão ”Edifício Master”, de Eduardo Coutinho; “Cinema, Aspirinas e Urubus”, de Marcelo Gomes; “Os Matadores”, de Beto Brant; e “Janela da Alma”, de João Jardim e Walter Carvalho.
Voltada para formar platéias e promover o pensamento crítico em torno da produção cinematográfica nacional, a Programadora Brasil é realizada pela Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura, por meio da Cinemateca Brasileira e do Centro Técnico Audiovisual (CTAv).
Apoiando a formação de uma rede não-comercial de exibição e estimulando a organização dos circuitos já existentes, ela trabalha para promover o encontro do público com o cinema brasileiro.
A Programadora Brasil começou a lançar títulos licenciados para sessões públicas em fevereiro de 2007, quando pontos de exibição de circuitos não-comericiais começaram a se cadastrar. Em 14 meses, escolas, universidades, cineclubes, pontos de cultura, centros culturais, fundações e outros espaços de exibição passaram a poder adquirir os programas. Hoje, mais de 500 pontos já se associaram à iniciativa e recebem frequentemente boletins com dicas sobre programação de sessões, oficinas e lançamentos de filmes.
Espalhados em 280 municípios nos 27 estados brasileiros, esses núcleos já formam uma rede, e estão adquirindo aos poucos os programas e organizando suas exibições. Até o momento, 45% dos associados já adquiriram títulos do catálogo da Programadora Brasil; resultado de um trabalho contínuo de estímulo à aquisição, com objetivo de democratizar o contato dos brasileiros com o cinema feito em diferentes regiões do país.