Objetivo é incluir setor de formação entre os segmentos que podem receber benefícios da lei de incentivo à cultura
Irene Ferraz, diretora do Instituto Brasileiro de Audiovisual (Escola de Cinema Darcy Ribeiro), localizado no Rio de Janeiro, levou uma sugestão de um novo projeto de lei ao presidente da Subcomissão Permanente de Cinema, Teatro e Comunicação Social, senador Sérgio Cabral (PMDB-RJ).
A idéia é que o projeto permita que o setor de formação e aprimoramento profissional seja um dos segmentos que possa receber recursos da Lei Rouanet, criando assim um mecanismo para qualificação da mão-de-obra para os mercados audiovisual e de artes cênicas.
Irene justifica a a proposta pelo alto custo da formação do audiovisual. Ela afirma que o custo de um aluno por ano, em média, gira em torno de US$ 12 mil, gastos utilizados principalmente com equipamentos e filmagens. “É a segunda profissão que tem custo mais caro na sua formação. Só perde para a de piloto de avião”, ela explica.