As três esferas públicas que administram os teatros da cidade do Rio de Janeiro estão investindo na gestão de equipamentos culturais por projetos de residência artística. De acordo com o jornal O Globo, entre abril e maio deste ano, 16 novos coletivos de produtores e artistas começam a operar a programação das salas.
Só na rede municipal, serão oito espaços funcionando através desse modelo pelos próximos dois anos. A prefeitura do Rio está investindo R$ 2,35 milhões anuais, sem contar os R$ 20,36 milhões destinados ao novo Imperator – complexo cultural que passará por reformulação.
A Funarte optou por residências menos longas, entre quatro e seis meses de duração. No total, serão investidos R$ 1,65 milhão, montante a ser repartido entre os teatros Dulcina, Glauce Rocha, Cacilda Becker e Duse. O governo do estado soma R$ 600 mil para teatros fora do eixo central da cidade, como o Arthur Azevedo, o Mário Lago e o Armando Gonzaga, localizados nas zonas Norte e Oeste.
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*Com informações do site do jornal O Globo