A Cultura como elemento estratégico de desenvolvimento econômico, tanto no Brasil como no exterior, será o tema do primeiro Seminário Internacional em Economia da Cultura. A Cultura como elemento estratégico de desenvolvimento econômico, tanto no Brasil como no exterior, será o tema do primeiro Seminário Internacional em Economia da Cultura, a ser realizado entre os dias 16 e 20 de julho, na sede da Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj), em Recife.
O seminário é a etapa inicial de uma série de atividades a serem desenvolvidas pela Fundaj na área, culminando com a realização de um curso de Pós-Graduação em Economia da Cultura, em Recife. No último dia do evento será lançada a Sociedade Brasileira de Economia da Cultura, formada por instituições públicas e privadas que tenham foco na Cultura como elemento estratégico para o desenvolvimento econômico do país.
Mesas-Redondas
O debate será distribuído em quatro mesas-redondas compostas pelos diferentes agentes sociais que influenciam nas atividades culturais. A primeira mesa vai concentrar a discussão sobre o setor público; a segunda sobre o setor privado; a terceira sobre os institutos de pesquisa; e a quarta na área acadêmica.
O gerente de Planejamento, Estudo e Pesquisa, da Secretaria de Políticas Culturais do Ministério da Cultura (SPC/MinC), Pablo Martins, será o representante da Pasta no seminário, juntamente com Tarciana Gomes Portella, chefe da Representação Regional do Nordeste do MinC, em Pernambuco. Pablo vai apresentar as propostas do ministério para a Economia da Cultura, no ciclo de palestras sobre a participação do setor público.
O MinC é um dos parceiros da Fundação Joaquim Nabuco na realização do seminário, juntamente com o Banco Itaú, a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRS) e a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe).
Vinte e dois especialistas em Cultura foram convidados para serem os palestrantes do encontro, entre eles, representantes da Petrobras, do Banco Itaú, do Banco do Nordeste, da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco), do SESC/SP, professores universitários, além de três representantes de instituições internacionais na área da cultura, como o ex-diretor do Museu do Louvre (França), o filósofo e ensaísta Jean Roger Galard.