A 1ª temporada do Viagem Teatral 2011, projeto corporativo do Sesi-SP, acontece de 10 de março a 16 de julho e apresentará gratuitamente 14 espetáculos de grupos teatrais profissionais. As produções serão itinerantes em 15 unidades do Sesi no Estado, totalizando 420 apresentações.
Os municípios contemplados com a programação são: SantoAndré, São Bernardo do Campo, Mauá, Osasco, Santos, Sorocaba, Araraquara, Birigui, Itapetininga, Marília, Rio Claro, Franca, Piracicaba, São José do Rio Preto e São José dos Campos.
Foram recebidas mais de 300 propostas de grupos interessados em integrar a programação. Os selecionados foram: Rabisco, um cachorro perfeito (Maracujá Laboratório de Artes); O Maior Menor Espetáculo da Terra (CentroTeatral e Etc e Tal); Música para cortar os Pulsos (Empório do Teatro Sortido); Baobá (Cisne Negro Companhia de Dança); Todo Mundo tem um sonho (Pombas Urbanas); Meio dia do Fim (Pessoal do Faroeste); Anatomia Frozen (Cia. Razões Inversas); Galinhas Aéreas (Linhas Aéreas); Cartas do Paraíso (Boa Companhia); O Bobo do Rei (Cia. Vagalum Tum Tum); Teatrokê (Kompanhia do Teatro Centro da Terra); Louise Valentina (Tropel Produções); 100 + Nem Menos (Cia Noz de Teatro); Hilda Hilst, O Espírito da Coisa (Samandhi Produções); e Rua do Medo (Cia. dos Gansos).
A pesquisa de linguagem, a originalidade da encenação e adequação técnica aos espaços foram alguns dos critérios para a seleção dos espetáculos.
De acordo com Ronaldo Francisco, responsável pelo projeto que mescla espetáculos de São Paulo e Rio de Janeiro, a Viagem Teatral 2011 – 1ª Temporada tem uma proposta diferenciada, distinta das outras edições. “Procuramos revelar uma amostragem do panorama teatral, que privilegiasse o caráter contemporâneo e artístico e a extrema diversidade das artes cênicas para todas as idades e linguagens. Nossa aposta é incentivar a criatividade, além de incluir espetáculos que façam o público pensar sobre o panorama mundial, a situação geopolítica e os conflitos globais. Algumas peças refletem o cotidiano de exílio, solidão, tortura e guerra dos próprios artistas. Mas também falam de amor, solidariedade e da construção de um mundo melhor.”