Silvio Da-Rin assume Secretaria do Audiovisual

Orlando Senna e Silvio Da-Rin concederão entrevista coletiva à imprensa na próxima sexta-feira, dia 26 de outubro, às 10 horas, na Cinemateca Brasileira, em São Paulo.

Segundo informações da Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura, o cineasta Silvio Da-Rin será o novo Secretário do Audiovisual, substituindo Orlando Senna, que assumirá cargo de Diretor Geral da Empresa Brasil de Comunicação. Ainda não há data prevista para a posse.

Orlando Senna e Silvio Da-Rin concederão entrevista coletiva à imprensa na próxima sexta-feira, dia 26 de outubro, às 10 horas, na Cinemateca Brasileira, em São Paulo. Na mesma entrevista, serão lançados o programa Revelando os Brasis Ano III e o novo pacote da Programadora Brasil. Também serão anunciados sete editais de fomento à produção audiovisual: (1) Longa-metragem de Baixo Orçamento; (2) Curta-metragem do Gênero Ficção com temática Infanto-Juvenil; (3) Curta-metragem do Gênero Animação; (4) Curta-metragem dos Gêneros Ficção, Documentário ou Experimental; (5) Curta-metragem digital, para proponentes participantes ou egressos de projetos sociais; (6) Desenvolvimento de Roteiros Cinematográficos Inéditos, de Longa-Metragem; (7) Desenvolvimento de Projeto de Série de Animação para Televisão.

Silvio Da-Rin é documentarista e técnico de som. Para assumir a Secretaria, ele se afastará da vice-presidência da Associação Brasileira de Cineastas, Abraci. Da-Rin foi representante da sociedade civil no Conselho Superior de Cinema em 2004, participou dos conselhos consultivos do Congresso Brasileiro de Cinema (CBC), gestão 2006/2007 e da Associação dos Profissionais de Som Cinematográfico (APSC), entre 2005 e 2006. Foi presidente da Seção RJ da Associação Brasileira de Documentaristas (ABD), entre 1983/84 e 1987/88.

O cineasta realizou mais de uma dezena de filmes e vídeos, vários deles premiados em festivais brasileiros e internacionais, como os longas Hercules 56 e Igreja da Libertação, telefilmes como Brasil Anos 60 e Brasil Anos 80 e os curtas Nossa América, Príncipe do Fogo e Fênix. Gravou o som de mais de 150 filmes, entre eles os longas Quase Dois Irmãos, Onde Anda Você, Viva Voz, Separações, Amores Possíveis, Mauá e Pequeno Dicionário Amoroso. Em 2004, publicou o livro Espelho Partido: Tradição e Transformação do Documentário, versão revista de sua dissertação de mestrado em Comunicação na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

* Com informações da Secretaria do Audiovisual / Ministério da Cultura

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