Cultura invisível

Depois de pular o Carnaval como bom carioca, cantando “alalaô” nos blocos de rua, fugindo dos trios elétricos em que se transformaram os tradicionalíssimos Cordão do Boitatá e o não menos popular Simpatia é Quase Amor, e curtindo os bloquinhos dedicados aos pequenos foliões (a imaginação do carioca não tem limites: o “filhote” do “Que […]

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