A Cultura Digital surgiu como um dos pilares do Programa Cultura Viva. A criação de ferramentas de articulação da rede e o desenvolvimento de meios para compartilhamento de informações passaram de objetivos do núcleo de Cultura Digital do MinC para plataformas de atuação dos próprios Pontos de Cultura. Para além dos problemas de implementação dos Pontos “convencionais”, os Cultura Digital imprimem uma nova dinâmica nacional, ganham autonomia e desenvolvem novas experiências de atuação em rede.

Desde o primeiro edital do Programa Cultura Viva, de 2004, a ação Cultura Digital é tida como uma das principais ações a serem desenvolvidas pelos Pontos de Cultura a partir de seu convênio com o Ministério. Seu objetivo seria criar uma rede digital que interligasse os Pontos de Cultura, criando uma articulação nacional, uma nova experiência de gestão pública e um sistema de compartilhamento de informações.
Hoje, quando se procura por Cultura Digital no Mapa de Pontos de Cultura – uma das ferramentas digitais desenvolvida pelo MinC e pelos próprios Pontos – o resultado traz 26 conveniados. Desses, 10 são Pontões de Cultura Digital, responsáveis pela articulação, capacitação e desenvolvimento de conteúdo para a rede. Poucos em número, em meio aos 1000 Pontos de Cultura existentes atualmente, em suas iniciativas de atuação, traçam o panorama da evolução da ação Cultura Digital no Brasil.

No princípio era o kit

Para dar conta de serem receptores e irradiadores da cultura no país – como quer o Cultura Viva -, os primeiros 100 Pontos de Cultura surgidos no Brasil, em 2004, ganharam do MinC um kit multimídia, composto de mesa em dois canais de áudio, filmadora, gravador digital e dois computadores, que funcionariam como ilha de edição. O primeiro elemento comum a todos os Pontos nessa inédita imersão no ambiente virtual. O instrumento que lhes permitiria apreender, como disse o então Ministro da Cultura Gilberto Gil, o que existe de mais “palpável na cultura brasileira, o nosso patrimônio imaterial”.
Aparentemente um avanço – em terra de cegos da linguagem digital, um olho importante para os Pontos de Cultura – os estúdios multimídia começaram a mostrar os primeiros problemas. De alguns Pontos, a natural reclamação de inabilidade para o manuseio dos equipamentos. De outros, a obsolescência dos mesmos. Segundo a Assessoria de Comunicação Social do MinC, isso se dava pois “o processo governamental de compras é lento, a tecnologia evolui de forma muito rápida e as necessidades dos diversos Pontos de Cultura muda conforme o seu contexto e enfoque.”

Exceção à regra problemática, o Ponto de Cultura Estrela de Ouro (Aliança-PE) conseguiu multiplicar os peixes. Contemplado no primeiro edital, em 2004, conseguiu adaptar paulatinamente o kit multimídia para que se tornasse o estúdio de gravação “Mestre Zé Duda”, homenagem ao mestre da cultura popular pernambucana. No “Zé Duda”, só em 2008, foram gravados 20 CD’s de grupos tradicionais da Zona da Mata Pernambucana. “Lançaremos uma coleção dos caboclinhos de Pernambuco, o cavalo marinho de Mestre Batista, um samba de côco de pesqueira e o disco de Jorge Mautner com o Maracatu Estrela de Ouro”, elenca o gestor do Ponto, Afonso Oliveira, que explica a função econômica das gravações: “além de distribuirmos os trabalhos à rede de Pontos, cerca de 80% dos discos ficam com os grupos e acabam se tornando fonte de renda para eles”.

No entanto, a implementação dos kits teve mais dificuldades que benesses. Isso obrigou o MinC a alterar o modelo de estruturação digital dos Pontos nos editais seguintes do Cultura Viva. De acordo com nota, “o MinC embutiu o valor do estúdio na primeira parcela do convênio. A mudança desburocratizou o processo e permitiu que cada Ponto de Cultura fizesse a compra do seu equipamento e destinasse a utilização para suas demandas específicas. ”

Segunda fase

O aporte financeiro para e estruturação digital dos Pontos de Cultura seria acompanhada de assistência e orientações especializadas por parte do MinC, a partir de 2005. Todos os editais de Pontos que mantivessem a ação Cultura Digital passaram a seguir essa diretriz. Exceção feita ao edital dos Pontos de Difusão Digital, lançado pela Secretaria do Audiovisual, que disponibilizou infra-estrutura multimídia para exibição de filmes. Contemplando cerca de 100 iniciativas em fevereiro de 2007, representou projeto análogo ao Cine Mais Cultura, lançado em janeiro de 2009 através do Programa Mais Cultura.

O suporte técnico, nessa nova fase da Cultura Digital, e as oficinas de capacitação oferecidas pelo MinC passaram a não dar conta da rede crescente e da demanda de inclusão digital dos conteúdos produzidos pelos Pontos. De acordo com Gaby Morenah, coordenadora do Ponto de Cultura Circo Voador (Rio de Janeiro-RJ), “havia uma carência de suporte técnico e de desenvolvimento de tecnologias, que impediam a continuidade de alguns trabalhos pelos Pontos de Cultura”.

A solução, na opinião da gestora, foi encontrada com a atuação dos Pontões de Cultura Digital, que passaram a exercer essa função de suporte à rede de Pontos. “Hoje, os Pontões são uma referência em produção de conteúdo digital, desenvolvimento de softwares livres e atuação colaborativa”, explica Morenah, que também coordena o Pontão Digital do Circo Voador, atuante no Rio de Janeiro e no Espírito Santo, e que já deu oficinas de cultura digital em Pontos da Rocinha, do Quilombo do Campinho (Parati-MG) e do Movimento dos Trabalhadores Rurais-Sem Terra (MST).

A era dos Pontões

Oficinas de meta-reciclagem nos estados da região Sul. Uma rede de web-visão expandida até Moçambique. Plataformas digitais de ensino à distância no nordeste brasileiro. O que essas ações têm em comum? O fato de serem conduzidas pelos principais atores da ação Cultura Digital no Brasil hoje: os Pontões de Cultura Digital.

Criados via edital em 2007, inicialmente em número de 8, os Pontões passaram a acumular as principais funções programáticas do Cultura Digital: a articulação dos projetos e comunidades; a criação de ferramentas para gestão compartilhada; a comunicação e a publicação de resultados; e o desenvolvimento técnico dos Pontos de Cultura.

Com uma dinâmica diferente dos Pontos convencionais, os Pontões Digitais já saem com a vantagem financeira de não ter o orçamento atravancado na burocracia da Secretaria de Programas e Projetos Culturais (SPPC) do MinC. Aprovados na seleção, receberam uma parcela única de até R$ 500 mil para o investimento em equipamentos de áudio, vídeo, gráfico, hardware e sistemas de experimentação, com o requisito de trabalharem as plataformas livres.

A própria política digital do MinC, hoje, dá ênfase à atuação dos Pontões, que segundo a Assessoria, encabeçam a rede colaborativa dos Pontos de Cultura. Posição, pelo visto, acertada, tanto pelo desenvolvimento técnico quanto pela articulação.

Segundo Cesar Piva, gestor do Pontão de Cultura Fábrica do Futuro (MG), os projetos realizados pelos diversos Pontões espalhados pelo Brasil apontam para a “formação de redes criativas, experimentação de novas linguagens, formas de produção de conteúdo, discussão de uma nova estética e valorização da diversidade”. Atuando desde 2005 com vários pólos de produção audiovisual – através de novas tecnologias e com foco na economia da cultura -, Piva ressalta que esse novo movimento digital se baseia em redes de cooperação que se apropriam das novas tecnologias. “A questão central é o trabalho em rede, aproveitando ao máximo as possibilidades da convergência tecnológica”, explica. Membro do Conselho dos Pontos de Cultura da TV Brasil e da Comissão Nacional de Políticas Culturais do MinC, Cesar Piva cita a importância do ITeia, portal de aporte de conteúdo produzido em vários formatos pelos Pontos de Cultura, surgido na TEIA 2007 (Encontro Nacional dos Pontos de Cultura do Cultura Viva), e da TV Brasil, como receptáculos dos produtos obtidos pelos meios digitais. E frisa a banda larga como o principal instrumento de democratização da informação. “Devemos aproveitar as possibilidades tecnológicas que o mundo contemporâneo oferece para a produção cultural. E temos que ter as condições técnicas para isso. A banda larga, como política pública, é a principal delas.”

Para Gaby Morenah, do Circo Voador, outras possibilidades são ainda proporcionadas pela cultura digital, como debater os licenciamentos de obras com os próprios artistas. Segundo ela, são discutidos no Circo – que também é casa de shows há 25 anos – temas como a disponibilização pública de músicas e espetáculos, copy left, creative commons. “E se houver concordância dos autores, já colocamos os shows e peças no nosso próprio portal na internet”.

Felipe Machado, gestor do Pontão de Cultura Digital Centro de Desenvolvimento de Tecnologias Livres (CDTL – Recife – PE), levanta outra seara de atuação: a pesquisa. Em ação desde 2008, o CDTL tem o foco no desenvolvimento de softwares livres e vai lançar em breve sua versão do Lives, um software multimídia aberto que, segundo Machado, vai contribuir muito para a produção dos Pontos de Cultura em todo o país.
Grande parte dos projetos do CDTL, como o de distribuição de Linux e as oficinas em Pernambuco, Piauí e Maranhão, é desenvolvido em parceria com o Departamento de Matemática e Ciências da Computação da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Para Machado, a cultura digital é uma “metodologia”.

Digital e à distância

Oficinas não-presenciais começam a se desenhar como importante programa do Pontão de Cultura Minuano (Porto Alegre-RS). Ricardo Ferreira de Oliveira, gestor do Ponto, explica que elas ganham importância educacional e política no cenário atual. Funcionando desde 2008, o Minuano organiza tele-centros, dá suporte às máquinas dos Pontos, faz a gerência de redes e oferece oficinas de meta-reciclagem no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. “Além da capacitação tecnológica, é um trabalho de articulação política”, explica ele. “Temos um grande avanço da Cultura Digital. Hoje, na mão dos Pontos de Cultura, existe a possibilidade do ensino à distância o tempo inteiro. Algo essencial também para a articulação da rede”.

Essa vocação é opinião compartilhada por Felipe Machado, do CDTL. Juntamente com a Universidade da Juventude e a UFPE, o Pontão vem desenvolvendo plataformas de ensino à distância. “Queremos uma cultura digital que alcance o povo e ao mesmo tempo, aproveite a metodologia da academia. Na verdade, nós queremos a educação da cultura digital”.

Para Cesar Piva, além da educação à distância, o próprio trabalho em rede via novas e abertas ferramentas tecnológicas já é uma realidade para os Pontões. A rede de produtores de audiovisual, trabalhando colaborativamente, se expande da Fabrica do Futuro para Maputo (Moçambique), Luanda (Angola) e cidades de Portugal. “Trabalhamos nessa rede com a web-visão [audiovisual] e, do ponto de vista do alargamento de fronteiras, com duas perspectivas: a formação à distância e a distribuição e difusão dos resultados”, relata, soletrando a nova sigla criada para o processo: E.AR – Espaço de Aprendizado em Rede.

Preparar para o novo

O Ministério da Cultura acaba de lançar o Prêmio Pontos de Mídias Livres, visando ao reconhecimento de iniciativas que se utilizam de novas tecnologias de compartilhamento de gestão e conteúdo. Segundo o MinC, “com a estadualização e municipalização dos Pontos de Cultura, outros 1,5 mil Pontos estão em processo de seleção em todo País. Na primeira parcela do convênio estão garantidos R$ 20 mil destinados à compra dos equipamentos de Cultura Digital (valor correspondente a um terço do valor do primeiro repasse)”.

Parece haver, portanto, um reconhecimento da importância estratégica da Cultura Digital no novo momento dos Pontos de Cultura. De outro lado, há ainda uma dificuldade de articulação desses Pontos, que esbarra justamente na falta de domínio da linguagem digital. Para Felipe Machado, é essencial apresentar a Cultura Digital aos Pontos de Cultura. “Os Pontos não veem a cultura digital com o mesmo valor que a cerâmica, justamente por não conhecerem essa nova linguagem e não conseguirem, assim, apropriar-se dela. O que queremos é que a cultura digital preserve ainda mais essa cerâmica e esse maracatu. E disso, os Pontos precisam saber”.

Para Ricardo Ferreira, o digital deve contribuir para o caráter de articulação dos Pontões. Para ele, o Mapa de Pontos, o ITeia, a Casa Brasil e o Fórum Internacional de Software Livres, por exemplo, têm importante papel nessa esfera e os Pontos precisam ficar atentos a eles.


Advogado do IDEC na área de direito autoral e acesso à cultura.

7Comentários

  • Carlos Henrique Machado, 25 de fevereiro de 2009 @ 9:06 Reply

    Tenho dito, com bastante entusiasmo que, com a chegada da internet, (uma mentira contada mil vezes, é rechaçada um milhão de vezes).
    É um instrumento que tem colocado o mundo de cabeça para baixo. É, sem a menor sombra de dúvida, o grande acontecimento da passagem do século XX para o XXI. Essa extraordinária ferramenta trará outro sentido ao universo. No campo da arte, o que mais me impressiona é a capacidade propagadora que a internet, é um furacão de força tão impressionante que é difícil mensurar a sua cpacidade explosiva. É algo mais potente e melhor para o bem do planeta do que todas as bombas atômicas juntas. A internet é mesmo a certeza de que o bem vence o mal. Uma ferramenta, ao contrário do que já foi dito, que humaniza, que estreita as relações do homem. Melhor que isso, é a velocidade da sua expansão. A internet é hoje, para milhões de usuários, está no seu cotidiano como uma tatuagem, passou a ser uma extensão do próprio nome das necessidades corriqueiras. No caso do brasileiro que adora se comunicar, isso multiplica por mil.

    O myspace, pelo que parece, é a maior rede de relacionamento do mundo e nos traz um grande alento por vários aspectos, mas sobretudo, é a nova perspectiva de horizontalizar a divulgação de artistas no mundo todo. Ainda melhor é observarmos que ele é um instrumento que tem força, não de centralizar e criar um produto novo, assim como a grande mídia, mesmo quando tenta fazer isso dessa forma, a arte ganha dimensões mais amplas porque estabelece um diálogo universal a partir do próprio artista que se vê diante de uma quadro universal, mais popular do que uma estrela pop brasileira, por exemplo, que tem seu limite demarca pela capacidade publicitári da mídia brasileira, fora do muro, um artista sem mídia e o astro brasileiros vão para uma disputa franca em iguais condições depois do muro da mídia nacional. E aí, caem de maneira impressionante, os mitos. São muitos os casos de artistas que têm pouca ou nenhuma exposição no Brasil que caem nessa rede e são quatro, cinco vezes mais acessados do que astros brasileiros com todo o suporte midiático.

    Enfim, estamos diante de um caso extraordinariamente revolucionário. A internet é o Messias prometido, será ela a grande pacificadora universal. Ela já é o grande brazão da democracia da humanidade. Acho inclusive que comemoramos pouco este feito da humanidade. A internet será a ponta de lança de um mundo mais humano, mais coerente. Isso é um fato que deveria merecer acentuações de louvores bem mais expressivos que falamos. Acho mesmo que ainda estamos perplexos com esse manancial de liberdade e ainda atônitos diante dessa magnífica ferramenta de humanização. É um ponto, sem dúvida, de avanço do Ministério da Cultura rumo a uma política verdadeiramente democrática de cultura.

  • Uirá Porã, 26 de fevereiro de 2009 @ 14:53 Reply

    Parabéns pela matéria!
    A cultura brasileira e a imparcialidade jornalística agradecem ;)

  • Leonardo Brant, 27 de fevereiro de 2009 @ 12:21 Reply

    Na troca de plataforma do Cultura e Mercado perdemos um comentário de Uirá Porã, dizendo algo como “nada como jornalismo isento”.
    Em meu texto sobre a atualização do blog deixo claro que não acreditamos nisso. O Guilherme tem envolvimento emocional com o tema, e também conhece a questão por dentro, assim como eu, que sou amigo do Claudio Prado e admiro muito seu trabalho. Isso de jornalismo isento simplesmente não existe, nem aqui, nem na Folha de S.Paulo, tampouco na China. Precisamos deixar bem claro de onde estamos publicando isso e com qual intenção. Enxergo na matéria acima, abrangente e bem escrita, uma total disfunção do programa Cultura Viva como política pública. 26 pontos digitais está muito longe do que se pretendia no começo da gestão. Os resultados, muito significativos, vêm em boa parte da abnegação e do esforço de gente como Cesar Piva, que utiliza toda a sua capacidade política, técnica e operacional para fazer uma máquina funcionar com autonomia e o máximo de independência. A participação dessa pretensa política pública na vida de pessoas como o Cesar parece, à distância mais um fardo do que um prêmio. Por falta de estrutura e gestão do MinC, são obrigados e fazer a parte da comunidade e da política pública. Bom, estamos no Brasil, isso faz parte do show. Mas a questão é que o poder público está, do outro lado, a contar com isso e a fazer marketing em cima de marketing, relançando e renomeando programas, como se tivessem fundo e estrutura para existirem. A outro matéria do Guilherme Varella deixou isso bem claro. No afã de lançar o Mais Cultura e se manter sempre positivo na mídia, contrapondo a falta de gestão em questões fundamentais como a manutenção da Lei Rouanet e cobrança de impostos do setor, o MinC esvazia o Mais Cultura e cria pontos de interrrogação no imaginário popular. Cada dia que passa lança um ponto diferente: memória, pontinhos, pontões… cada dia que passa uma nova jogada para iludir a opinião pública. Nossa função é digerir isso com mais cuidado e crítica. Para isso o material informativo é essencial. Parabéns ao Guilherme Varella!

  • Uirá Porã, 2 de março de 2009 @ 1:03 Reply

    Se perdeu nada não, Léo, meu comentário tá bem bonitão aí :)

    Concordo contigo que imparcialidade, na prática, não existe. O lance mesmo é saber escolher bem a fonte e filtrar o que é interessante e o que não é, pois sabemos que os valores e os contextos podem ser diferentes, mas o bem bolado disso é o que chamamos de ética, que essa sim, deve ser o nosso maior filtro. Ética ao falar de outrém, ética no lido com os recursos públicos, ética nas relações pessoais e, pq não, ética jornalística, ou comunicacional, como prefiram.

    Nesse sentido, refaço meu comentário:
    Bela Matéria!
    A cultura e a ética agradecem!

  • Os editores, 2 de março de 2009 @ 9:46 Reply

    Seu comentário foi parar no anti-spam, na mudança de lay-out ele se perdeu. Como havia lido e aprovado, percebi que ele ficou perdido. Consguimos recuperá-lo mais tarde.
    Concordo com vc, ética para todos nós! Abs, L

  • Guilherme Varella, 2 de março de 2009 @ 17:29 Reply

    A tempo, queria deixar os endereços dos Pontos, Pontões e iniciativas citados na matéria e aproveitar para agradecê-los publicamente pelas informações prestadas.

    Ponto de Cultura Estrela de Ouro (Aliança-PE) – sss://www.estreladeouro.org/

    Pontão de Cultura Digital Circo Voador (Rio de Janeiro-RJ) – sss://circodigital.org.br/

    Pontão de Cultura Fábrica do Futuro (MG) – sss://www.fabricadofuturo.org.br/

    Pontão de Cultura Digital Centro de Desenvolvimento de Tecnologias Livres (CDTL – Recife – PE) – sss://www.tecnologiaslivres.org/site/

    Pontão de Cultura Minuano (Porto Alegre-RS) – sss://minuano.org/

    ITeia – sss://www.iteia.org.br/

    Agradeço também ao MinC, cuja assessoria enviou nota oficial valiosa para embasar a matéria.

    Abraços,

    Guilherme

  • Rede Social para a Cultura Digital brasileira « BaixaCultura, 24 de agosto de 2009 @ 12:16 Reply

    […] elaboração de políticas públicas nesta área – que, por sinal, há anos vem merecendo um especial destaque do MinC através de iniciativas de pessoas como José Murilo Jr, gerente de informações estratégicas do […]

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