
Núcleos criativos em inovação para séries
Na última parte de seu artigo sobre produção de roteiros para séries de TV, Newton Cannito dá dicas práticas e escreve sobre a importância da criação coletiva.

Na última parte de seu artigo sobre produção de roteiros para séries de TV, Newton Cannito dá dicas práticas e escreve sobre a importância da criação coletiva.
A primeira inovação é o próprio formato dos seriados. A qualidade e o imenso sucesso da telenovela brasileira criou hábitos de linguagem que precisam ser superados para a criação de seriados inovadores. São inúmeras questões

Newton Cannito assina série de artigos sobre o processo de criação de seriados para TV. Na segunda parte, ele escreve sobre encomenda e autoria.

Newton Cannito assina série de artigos sobre o processo de criação de seriados para TV. Confira a primeira parte.
O curioso é que, enquanto o capitalismo entra em crise, surge dentro dele mesmo os embriões de nossa cura. Cada vez mais a criatividade é um ativo em todas as áreas do conhecimento e da
Vivemos uma crise civilizacional. O progresso e o crescimento econômico não tem conseguido deixar a sociedade mais justa e mais feliz. Mais de um bilhão de pessoas continua passando fome e, mesmo as pessoas que
Chega a ser cruel comparar o permanente e irradiante sucesso de nossa música com o relativo e inconstante sucesso de nosso cinema. Por que tanta diferença? Nosso cinema gosta de “culpar” o imperialismo ianque, mas
A Lei 12.485/11 é um marco para a cultura e, até mesmo, para a democracia brasileira. A lei aprovada em 2011 contemplará o público aumentando a diversidade da programação da TV por assinatura e gerará
Já virou consenso dizer que o problema do cinema brasileiro atual é o roteiro. Muitos, no entanto, confundem isso com a ausência de roteiristas. Essa explicação é simplória. Basta ver que, recentemente, muitos dos roteiristas
Todo e qualquer modelo de financiamento acaba privilegiando algum modelo estético. Hoje o cinema brasileiro está preso a três modelos: editais, Artigo Terceiro (que coloca o poder na mão das distribuidoras) e captação via lei
Há momentos em que o debate sobre audiovisual brasileiro parece uma Empresa Junior, aquele grupinho de meninos universitários que vestiam terninhos para brincar de ser pequenos empresários e acreditar completamente no “mundo dos negócios”. No
A elite cultural brasileira não gosta dos “crentes”. Afinal eles não são o “brasileiro tipico” do imaginário cultural brasileiro. Crente não leu Gilberto Freyre. Para a elite cultural o brasileiro tipico seria: alegre, malandrinho, meio
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