JORNALISMO CULTURAL COMO EXERCÍCIO CRÍTICO
A pesquisadora Célia Ladeira Mota, da UNB, trata neste artigo da crítica no Jornalismo Cultural, refletindo sobre seu alcance, seus limites e sua responsabilidade na sociedade pós-moderna.
A pesquisadora Célia Ladeira Mota, da UNB, trata neste artigo da crítica no Jornalismo Cultural, refletindo sobre seu alcance, seus limites e sua responsabilidade na sociedade pós-moderna.
Px Silveira trata nesta edição da Tribuna do papel dos Pontos de Cultura na construção de uma política pública, e da relação entre as políticas discutidas na Teia e a nova Economia da Cultura que se desenha no país.
Diferentes coberturas na grande mídia abrem espaço para a discussão da ideologia presente no Jornalismo Cultural e na cobertura de Políticas Pública
Apresentará os aspectos da cobertura jornalística da chamada área cultural, que realizada pelos meios tradicionais de comunicação, é deliberadamente voltada para o mercado e para o consumo de produtos culturais.
No debate entre real e virtual e central e periférico/marginal, Ana Carla coloca às claras a relação entre a exploração comercial no Second Life e no mundo real.
Embalada nas discussões acerca da produção cultural na periferia hoje, esta coluna vem analisar uma questão primeira: qual a periferia e qual a cultura da periferia que é coberta pela mídia hoje?
Abordagem do campo teórico do Jornalismo Cultural e da prática profissional da cobertura cultural. Reflexão sobre a relação da informação de cultura, mediada como produto da indústria cultural, e o entendimento da cultura como um espaço de conhecimento. Defesa de que o Jornalismo Cultural pode cumprir não só o papel de difusão da informação, mas também crítico e analítico dos fatos e acontecimentos que circundam a cultura.
ALBUQUERQUE, Eliana C.P.T. de; OLIVEIRA, Pedro de Albuquerque; OLIVEIRA, Abel Dias de. A Colonização do Imaginário – abordagens da revista Veja sobre o Estado da Bahia. Trabalho apresentado no VII Encontro dos Núcleos de Pesquisa
O Brasil tem muito a apreender com os EUA no sentido de o Estado tanto respeitar o mercado quanto regulá-lo de modo a atender os anseios da sociedade e os princípios democrátricos.
É inegável a necessidade premente de levar manifestações culturais marginais para dentro dos grandes templos de saber e formação, quais sejam, as salas de aula.
Ao serem transferidos à titularidade do proponente, os recursos concedidos ao amparo dos mecanismos de renúncia fiscal instituídos pelas Leis de Incentivo à Cultura ainda são considerados como pertencentes ao erário público ou passam a integrar o patrimônio pessoal do proponente do projeto cultural?
Nada no Jornal Nacional. Nada no Jornal da Globo. A cobertura da imprensa gerada pelo lançamento do Mais Cultura, enfim, mais uma vez em nada debateu as políticas culturais.