Atualmente o investimento privado em cultura é em sua maioria feito via leis de incentivo fiscal e este caminho é visto como uma das únicas saídas para o fomento às iniciativas culturais, tanto do lado do setor cultural e da sociedade civíl (gestores, produtores, organizações, coletivos). Neste sentido, o atual momento se mostra ideal para ampliarmos o conhecimento sobre as possibilidades de investimento privado em cultura e para repensarmos o principal modelo vigente, dado que há um leque de alternativas muitas vezes desconhecidas ou subaproveitadas, que cada vez mais aumentam com a inovação e experimentação de novas parcerias e modelos de mobilização de recursos e execução de projetos.
O curso Investimento Cultural Privado visa ampliar e aprofundar a discussão sobre o conceito de cultura, políticas culturais e modelos de investimento privado em cultura, com objetivo de repensar a atuação dos profissionais envolvidos nesta área, fomentando a reflexão sobre o “porquê” e o “como” de suas ações.
O curso é voltado aos que trabalham com responsabilidade social em empresas, áreas de marketing, agências de publicidade e querem repensar os modelos de investimento em cultura e inovar na forma de pensar responsabilidade social corporativa, patrocínio e comunicação.
E também a gestores/as e produtores/as culturais independentes ou de empresas, organizações e coletivos que trabalhem ou desejam atuar com projetos, programas ou política culturais ou vinculados à cultura.
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Aula 1 | O que é cultura? Quais são os modelos de políticas públicas culturais que podem ser identificados atualmente?
A relação com o setor privado: Fundos, editais e leis de incentivo. O lugar da cultura na Responsabilidade Social Corporativa.
Aula 2 e 3 | Ampliando os modelos de investimento privado em cultura e a concepção da captação de recursos: ferramentas e apresentação de casos.
O mundo além da lei Rouanet e a vinculação da cultura com outros temas e agendas de interesse social!
Aula 4 | Como definir público e articular participantes e parceiros? Como atuar nos diferentes territórios?
Refletindo sobre possibilidades de indicadores e avaliação de projetos, programas e políticas culturais.
com a participação do convidado Dimas Reis

Pesquisadora, profissional e ativista orientada à transdisciplinaridade por acreditar que todos os problemas que vivemos estão inter-relacionados e que, da mesma forma, as soluções que propomos para eles devem incorporar essa perspectiva. Por isso, atua e tem experiência em elaboração, gestão, avaliação e sistematização de projetos, programas e políticas; pesquisa social; planejamento estratégico e gestão de comunicação; articulação de redes; advocacy e participação social em diferentes áreas, tais como juventude, gênero, desenvolvimento sustentável, cidades e fomento à participação.
Já desenvolveu projetos para ONU-Habitat, Global Land Tool Network, FAO-ONU, Youthful Cities, Com Tato agência sociocriativa, Trilha Cultura, Instituto Unibanco, Edenred, entre outros.
Atualmente co-cria a Rede MÁS, rede de mulheres focada em projetos de interesse coletivo, e coordena os projetos do Ateliê Azu, empresa social focada em cerâmica artesanal.
Além disso, participa de diversos processos, organizações e coletivos sociais. Entre eles, foi diretora de articulação internacional do Observatorio Contra el Acoso Callejero Chile (2014 a julho de 2016) e hoje participa do Clímax Brasil, GT brasileiro da Sociedade Civil para Agenda 2030 e Grupo Principal de mulheres da ONU (Women’s Major Group).
Graduada em Comunicação Social pela ESPM, possui pós-graduação em Globalização e Cultura (FESP-SP) e mestrado em Análise Sistêmica Aplicada à Sociedade (Universidad de Chile).

Camila Alves é publicitária formada pela Universidade Mackenzie, com especialização em Gestão Cultural pela Itaú Cultural e Universidade de Girona. Atua há 24 anos como consultora na área de projetos culturais, sociais e esportivos com foco na elaboração, planejamento e gerenciamento de projetos executados com leis de incentivo fiscal.
Iniciou sua carreira no escritório Cesnik, Quintino & Salinas Advogados, especializado em Cultura e Terceiro Setor, e atuou em diversos projetos culturais ao longo desses anos. Coordenou a área de planejamento e gerenciamento da CPFL Cultura, em Campinas, e a área de planejamento e projetos especiais da Poiesis, organização social responsável pelo gerenciamento do Museu da Língua Portuguesa, Casa das Rosas, Casa Guilherme de Almeida e Oficinas Culturais do Estado de São Paulo. Foi diretora executiva do Instituto Pensarte (2018 – 2022). Atualmente, é consultora para diversos projetos culturais, coprodutora do projeto Caos on Canvas (artes visuais) e produtora dos projetos Movimento Ecoar (Fotografia e Cultura Alimentar) e Fabulários (Exposição Infantil), e coordena as atividades culturais que compõem a programação do Coletivo Pink, ação do outubro rosa da Pfizer.

Dimas Reis é co-gestor e facilitador na empresa Jehli e criador do Projeto AIE, consultoria que visa contribuir para a aplicação de um ensino com bases Afro-ÍndioEuropeu nas escolas brasileiras. De junho de 2015 a janeiro de 2017, coordenou a Casa de Cultura Brasilândia (Secretaria Municipal de Cultura) e co-idealizou o Centro de Memória Brasilândia. Durante 15 anos, atuou, produziu e dirigiu trabalhos artísticos no Grupo Cia. Meses de Teatro, sendo responsável pelo treinamento corporal dos atores, e por 3 anos fez parte da Cia. de Dança Corpo em Rito. Além disso, entre 2009 e 2012 ministrou oficinas de storytelling com ênfase na identidade e memória e facilitou mutirões de transformação territorial pelo Movimento Oásis Brasil: Vila Itororó, Três Corações, Campinas e Curitiba. É facilitador de processos colaborativos, articulador e mobilizador comunitário, com foco em criar conexões que contribuam para o desenvolvimento de territórios vulnerabilizados.
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