Lei Rouanet, 22 anos depois

No Ceará, jovens oriundos de áreas vulneráreis da capital tornam-se bailarinos profissionais e se apresentam em palcos internacionais. Em São Paulo, uma escola de música é construída e mantida no centro da mais populosa comunidade paulistana, levando seus alunos à principal sala de concerto do Brasil. Em Santa Catarina, a mais famosa escola de balé […]

Hábitos culturais dos cariocas

Foi apresentada em seminário nesta segunda-feira (25/11) a pesquisa “Hábitos Culturais dos Cariocas”, que tem como objetivo fornecer subsídios ao planejamento de políticas públicas na área.

30 anos do Festival Videobrasil

Em entrevista, Solange Farkas fala sobre o histórico do evento, sua importância para a arte dos países do Sul e as dificuldades de produção e captação para fazer com que ele aconteça.

O fenômeno bienal de arte

Em artigo, Almandrade escreve sobre a relação entre as bienais e o mercado de arte. Segundo ele, artistas, curadores, marchands apontam as bienais como alternativa para a divulgação e desenvolvimento da arte.

Francês lança livro sobre arte e mercado em SP

O Itaú Cultural convida para a palestra do professor francês Xavier Philippe Greffe que acontece nesta quinta-feira, dia 26 de setembro, às 19h, quando haverá o lançamento de seu livro Arte e Mercado.

Chamamento para o Circuito Cultural Paulista

Serão aceitas propostas de espetáculos de teatro, música, dança e circo, voltados para público infantil e adulto, formatados para salas de teatro, espaços alternativos e/ou rua.

Mapa para a dança carioca

Além de documentar as diversas atividades relacionadas à dança na cidade, a nova plataforma está ligada a ações de difusão e democratização dessa linguagem artística.

Novas relações na arte contemporânea

Fomos ao seminário Quem é Quem na Arte Contemporânea, realizado pela revista ARTE!Brasileiros e pincelamos as principais contribuições sobre mercado expostas pelos convidados.

Um balanço do Procultura – Abact

Baixo Ribeiro, representante da Associação Brasileira de Arte Contemporânea (Abact), afirmou que o incentivo fiscal não tem direções muito lógicas no setor, porque muito do que existe no mercado de arte é feito para um determinado público colecionador, que banca o processo.

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