Futuro promissor para as políticas culturais
Lançado esta semana na Câmara dos Deputados, o Plano Nacional de Cultura é o mais importante instrumento da política cultural brasileira. Ele define a abrangência e diretrizes concretas para lidar com a questão cultural. O documento está excelente, pois reúne as discussões promovidas pela sociedade nos últimos anos.
Dirigismo Democrático
Na próxima quarta-feira, 8 de abril, será realizado o terceiro encontro do Fórum “A Lei Rouanet é Nossa” realizado pelo Instituto Pensarte. O tema será Dirigismo Democrático. Para aquecer o debate, proporemos uma discussão prévia sobre o assunto, que merece atenção de todos agentes e gestores culturais, tanto do mercado quanto governamentais.
Fabio Maciel: “Todos pela Democracia Cultural”
Acompanhe a fala de abertura do presidente do Instituto Pensarte no primeiro encontro do Fórum “A Lei Rouanet é Nossa!”. Fabio Maciel abordou a atuação do Pensarte nas lutas por direitos e liberdades culturais e apontou a necessidade de união e diálogo entre os movimentos culturais:
“Cabe a todos nós fazer o diálogo”
Coordenador do Centro de Estudos Multidisciplinares em Cultura (CULT) da UFBA, Albino Rubim está à frente do Enecult, Encontro de Estudos Multidisciplinares da Cultura, referência na discussão acadêmica sobre políticas culturais que teve sua quarta edição em maio deste ano em Salvador. Ele faz um balanço do encontro e aponta para a responsabilidade do diálogo.
PV apóia, PT ignora
A assessoria de comunicação do Ministério da Cultura divulga nota oficial do PV em apoio à nomeação de Juca Ferreia, mas omite a nota do PT, que não dá a efetivação do secretário-executivo como questão fechada. As notas são do dia 31 de julho.
“O Ministério da Cultura não existe”
Jorge Coli, professor da Unicamp e ex-secretário de cultura de Campinas, solta o verbo no Perfil desta semana: “O ministério da cultura não tem a menor importância, qualquer coisa que o ministro possa fazer não tem a menor importância. Passamos oito anos com o governo do Fernando Henrique Cardoso. Ministério da cultura mais inexistente do que havia então, impossível. Foi pateticamente inexistente, foi zero. Alguém se incomodou?
Cultura, Educação, Democracia
Uma entrevista com Olgária Matos, professora e referência mundial em filosofia: “O maior financiamento em um país pobre em desenvolvimento e culturalmente debilitado tem que ser em educação, cultura e saúde. As outras áreas vão para o segundo plano”
“Não é papel do Estado dizer o que a cultura deve ser”
A nova noção de política cultural que se constrói na secretaria de políticas culturais do MinC, agora sob o comando de Alfredo Manevy, tem três dimensões: “cultura como economia, como fator simbólico, e como direito e cidadania. É muito interessante pensar essas três dimensões não como campos estanques, mas como partes de uma mesma organicidade interdependente”