Seminário sobre investimento cultural em SP

A discussão sobre os mecanismos de fomento à cultura vem ganhando espaço nas diversas instâncias do governo, na classe artística, na imprensa e nas empresas. Para enriquecer esse debate, a J.Leiva, consultoria especializada no desenvolvimento de políticas culturais para empresas, vai realizar, em parceria com a Pinacoteca do Estado, o seminário “Perspectivas do Investimento em […]

Inscrições em programa da UE vão até 01/06

Acaba dia 1º de junho o prazo para inscrições de projetos de organizações culturais públicas ou privadas no Programa de Cooperação Cultural da União Européia que, em 2008, escolheu o Brasil como país participante. Serão investidos um total de €1 milhão (um milhão de Euros) em projetos culturais brasileiros.

Audiovisual independente ganha apoio público

O Ministério da Cultura instituiu, no último dia 6, o Programa Nacional de Estímulo à Parceria entre a Produção Independente e a Televisão, através da Portaria No. 19, publicada ontem no Diário Oficial da União. 

Fundo afetará programação cultural do Sesc

A intenção do projeto é centralizar no governo federal as decisões sobre o ensino profissionalizante e aumentar o número de vagas gratuitas na área voltadas para alunos oriundos de escolas públicas e de pessoas que recebem seguro-desemprego.

“Insegurança jurídica e pouca transparência”

“O sentimento geral é de pouco cuidado e atenção verdadeira aos agentes envolvidos em políticas públicas sociais que se encontram fora do aparelho do Estado”, afirma Fernando Rossetti, secretário-geral do GIFE (Grupo de Institutos, Fundações e Empresas) nesta entrevista exclusiva.

“Não é papel do Estado dizer o que a cultura deve ser”

A nova noção de política cultural que se constrói na secretaria de políticas culturais do MinC, agora sob o comando de Alfredo Manevy, tem três dimensões: “cultura como economia, como fator simbólico, e como direito e cidadania. É muito interessante pensar essas três dimensões não como campos estanques, mas como partes de uma mesma organicidade interdependente”

Um doutor em políticas culturais

A busca do Wellington não é por reconhecimento próprio. Isso ele tem de sobra. Ele quer reconhecer um lugar e um espaço para arte, além das instituições ditas culturais. Ele quer reconhecer também no outro o artista, o interventor, o protagonista. Da própria vida e de toda a sociedade

Cultura: contrapartida ou ponto de partida?

Leonardo Brant faz uma breve retrospectiva da “parceria” público-privada em torno da cultura e anuncia a necessidade de “uma nova política governamental pela responsabilidade cultural corporativa, com um fundamento: preservação de direitos e liberdades culturais e econômicas associada ao desenvolvimento de frentes de acesso a participação da cultura”

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