Salvador terá centro cultural multiuso

Na ultima quinta-feira (22), em Salvador (BA), teve início a etapa de formação dos agentes comunitários e gestores públicos que vão atuar na mobilização social da comunidade de Nova Constituinte, onde será construído o primeiro Espaço Mais Cultura da Bahia. O objetivo é envolver poder público e moradores na gestão do equipamento sociocultural a ser […]

Violeiros ganham rede social

A viola acompanha as tradições culturais brasileiras desde o tempo em que os portugueses aportaram no País, trazendo o instrumento de cordas. Desde então, ela acompanha a música caipira, a catira, o fandango, a folia de Reis, o repente, entre outras manifestações Brasil afora. Agora, em época de comunicação digital, o portal Voa Viola (www.voaviola.com.br) […]

Povos Indígenas na ONU

A primeira Cartilha Ilustrada da Declaração das Nações Unidas sobre os Direitos dos Povos Indígenas, editada em guarani, português e espanhol, será lançada nessa quinta-feira, dia 1º de julho, em cerimônia realizada na sede do Pontão de Cultura Guaicuru (Rua Treze de Maio, 727 . Vila Santa Dorothéia), em Campo Grande (MS).

Música do Brasil, a mais forte e democrática criação do nosso povo

“A música popular brasileira é a mais completa, mais totalmente nacional, mais forte criação da nossa raça até agora” (Mário de Andrade). Sem dúvida que há um contraste, melhor dizendo, um fosso de contradição na medula do discurso da democracia cultural brasileira saída do pensamento institucional.

Política Cultural do Kaos

Jorge Mautner lança biografia e coordena o Pontão de Cultura do Kaos, um projeto do Instituto Pensarte junto aos Pontos de Cultura. Provocado por Leonardo Brant, ele faz uma avaliação histórica de nossas políticas culturais, aponta caminhos e reconhece a importância da gestão do amigo Gilberto Gil para a cultura brasileira

Pelo reencantamento do mundo

Hamilton Faria aponta o caminho das políticas culturais brasileiras e alfineta: “há uma necessidade da reeducação das elites brasileiras para o Brasil. Elas foram reeducadas para fora, para os países do norte, para mostrar o exótico e não o essencial que acontece no país”

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