Erlon José Paschoal, Autor em Cultura e Mercado - Página 4 de 4

Erlon José Paschoal

A grande dúvida pública

Erlon José Paschoal aponta a cruzada contra a corrupção posta em prática enfim por este governo, como uma possibilidade, ao menos, de identificar os bandos, as quadrilhas e os esquemas, mesmo que ninguém seja preso, como tem acontecido.

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A diversidade e suas culturas

Erlon José Paschoal ressalta a importância do Seminário Internacional sobre Diversidade Cultura: práticas e perspectivas, que o Ministério da Cultura organizou no âmbito da OEA, após a realização, no último dia 18, na Unesco, em Paris, da Primeira Conferência das Partes da Convenção sobre a Proteção e Promoção da Diversidade das Expressões Culturais.

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O livro e a leitura hoje

Será que alguém que introjetou o modo de recepção da televisão, com sua “ditadura da velocidade”, necessariamente tem de sentir tédio ao ler um livro, cuja fruição exige tempo e paciência?

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Cultura e Barbábrie

“Hoje novamente nos defrontamos com a oposição cultura/barbárie, mas temos a indústria do entretenimento para ajudar-nos a deglutir as grandes contradições e as vergonhosas incoerências. Vivemos desse modo o vazio em meio à abundância.”

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O futuro do presente

“A rápida readaptação das estruturas produtivas, conforme as novas exigências do mercado e, sobretudo, da concorrência, mostram já uma de suas facetas que parece irreversível: a diminuição acelerada do número de empregos, fruto da automatização, a par do aumento constante da população, particularmente nas camadas mais carentes. Como o mundo é irônico! Há algumas décadas, a abolição do emprego significava a libertação, hoje significa a ruína e a humilhação!”

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A construção do conhecimento transdisciplinar

“Nesta nova ordem mundial em que vivemos, na qual o emprego está se tornando algo obsoleto, e o indivíduo tem de depender unicamente de si mesmo para existir e sobreviver, a capacidade de adaptação – ou para usar a palavra da moda, a flexibilização, o exercício constante da flexibilidade -, tende a se tornar uma necessidade imperiosa”

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Sociedade da imagem: desafios estéticos e educacionais

“Um dos principais motores dessa vida moderna globalizada é a sedução e a sensação do extraordinário. Tudo deve nos seduzir, tudo deve provocar em nós sensações extremas. Perceber e ser percebido passaram a ser as palavras chaves. Quem não é percebido não existe: apareço, logo existo.”

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O artista brasileiro na mídia

“Nas TVs a programação local prioriza – tal como nos jornais – o colunismo social explícito ou dissimulado e, além da divulgação natural de eventos comuns na cena cultural de uma cidade, sobra pouco espaço para a elaboração de um imaginário cultural mais amplo e canalizador de uma identidade comunitária.”

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