Economia da cultura
Ana Carla Fonseca, Vice-Presidente do Instituto Pensarte, fala da cultura como fator decisivo para o crescimento
Ana Carla Fonseca, Vice-Presidente do Instituto Pensarte, fala da cultura como fator decisivo para o crescimento
Leonardo Brant faz uma breve retrospectiva da “parceria” público-privada em torno da cultura e anuncia a necessidade de “uma nova política governamental pela responsabilidade cultural corporativa, com um fundamento: preservação de direitos e liberdades culturais e econômicas associada ao desenvolvimento de frentes de acesso a participação da cultura”
Como diz Brecht, vivemos momentos sombrios. Não foi por acaso (aliás, para mim nada é por acaso), que em janeiro elegemos como foco de nossos estudos o brasileiro Mario de Andrade. Será que, intuitivamente, não estamos vendo protagonizar nosso grande personagem “Macunaíma”, um anti-herói sem caráter?
Como está a política cultural no Brasil? Esta é uma pergunta sempre presente nos diversos debates do setor denominado cultural
Globalização, cultura e terceiro setor são aparições freqüentes em nosso imaginário verbal. O que tudo isso que lemos, vivemos e temos em mãos pode fazer pela vida que a gente quer? É claro que a cultura é a única resposta possível. Mas qual é mesmo a pergunta?
“Não é possível que, a cada dotação orçamentária, cortes e mais cortes aconteçam na área cultural”
“Quem tem o dever de encantar nossos jovens com os livros não lê.”
“Somos uma frustração brasileira em economia e desenvolvimento social”
“Basta agora o interesse do mercado em constitui-los e operá-los”
Ao acionar o fogão a gás, utilizar um caixa eletrônico, comprar um jornal ou viajar num táxi novo e confortável, sem nos darmos conta, estamos nos beneficiando de subsídios petroquímicos, incentivos fiscais ao Desenvolvimento Tecnológico,
“O Brasil tem finalmente uma lei do livro e isso é uma notícia importante”
?Suspender a concessão atual de incentivos? Nem pensar?