Pontos de Vista

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Estrelas, futuro e diversidade cultural

Avançaremos rumo a um futuro possível e desejado na medida em que mais lideranças, empresarias e governamentais, se conscientizarem que o cultural e intangível não é a cerejinha, mas é o bolo em si.

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O Dia em que a Cultura ganhou a Bovespa

Gilberto Gil, Raymundo Magliano Filho, Manoel Rangel, Paulo Mendonça, Luiz Carlos Barreto e Paulo Rabello de Castro Durante discutiram “Convergência Tecnológica e as Indústrias Criativas: o grande negócio do século XXI” na BOVESPA.

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Memória: o velho versus o novo

Construir o “novo” passa, de modo inelutável, por um reconhecimento e aprofundamento do veio original, vulgarmente, denominado de velho. Não há, pois, uma inovação sem um respaldo e uma considerável reverência ao que já estava posto.

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Caderno 2.0 (ou o primeiro clichê)

Não se pretende neste espaço, em momento algum, criar nenhum tipo de pseudo-observador de imprensa à moda de Alberto Dines, nem a pretensão de este autor ter se auto-intitulado o ombudsman do jornalismo cultural.

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O Futuro do Presente

Sem dúvida, à arte cabe a nobre tarefa no processo de reumanização de nossa sociedade, tão deteriorada eticamente neste primeira década do terceiro milênio.

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A grande dúvida pública

Erlon José Paschoal aponta a cruzada contra a corrupção posta em prática enfim por este governo, como uma possibilidade, ao menos, de identificar os bandos, as quadrilhas e os esquemas, mesmo que ninguém seja preso, como tem acontecido.

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A diversidade e suas culturas

Erlon José Paschoal ressalta a importância do Seminário Internacional sobre Diversidade Cultura: práticas e perspectivas, que o Ministério da Cultura organizou no âmbito da OEA, após a realização, no último dia 18, na Unesco, em Paris, da Primeira Conferência das Partes da Convenção sobre a Proteção e Promoção da Diversidade das Expressões Culturais.

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Soberania cultural

Nossa ambientação jurídica destoa da realidade, corroborando a tese absurda de que não dependemos culturalmente de outras nações e de que há culturas a serem protegidas por serem “exóticas” e não por fazerem parte de uma necessidade primaz de soberania cultural.

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