Erlon José Paschoal, Autor em Cultura e Mercado - Página 3 de 4

Erlon José Paschoal

Filme de terror

Uma questão intrincada continua afligindo toda a população brasileira, sobretudo em nosso Estado, onde tivemos índices horripilantes nos últimos tempos: a violência desmedida e o crime como manifestação cotidiana nos vários estratos sociais. Somos bombardeados

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O teatro conta Boal

A opinião é unânime: Augusto Boal foi um dos maiores teatrólogos brasileiros, e através das técnicas desenvolvidas a partir de suas teorias e de sua prática incansável e ininterrupta tornou a riqueza da produção teatral

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Os desvios nossos de cada dia

Estamos novamente tomando ciência através da imprensa dos inúmeros desvios reinantes na sociedade brasileira: desvios de conduta, desvios morais, desvios éticos, desvios de verbas e desvios de caráter, entre outros.

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Arte e satisfação social

Sigmund Freud afirmou certa vez que a arte oferece satisfações substitutivas compensadoras às renúncias impostas aos indivíduos pela civilização e suas contradições intrínsecas, sejam elas de ordem instintiva mais básicas, sejam as mais sutis e

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A arte como exercício crítico

Mais uma vez os Seminários Internacionais do Museu Vale conseguem mobilizar a cidade e a mídia nacional instigando os participantes a refletirem sobre temas contemporâneos e de fundamental importância para criadores e estudiosos da arte.

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Cultura digital: uma ameaça?

A todo momento ouvimos ou lemos que os suportes tradicionais estão com os dias contados: o jornal, o livro e o CD estariam marcados para morrer, em função da velocidade da produção industrial atual e

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Arte e novas convergências

Vivemos hoje no tempo da convergência digital e da integração de várias mídias: o rádio, a televisão, os livros, as revistas e a Internet transformam-se gradativamente num objeto único. Todos esses meios são reorganizados de

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Gol de Crivella??

Considero pessoalmente as leis de incentivo um mal necessário para a criação de bases sólidas de financiamento e de consumo da produção cultural num país tão desigual como o nosso e no qual a atividade

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Para onde José?

Na última semana – por uma dessas curiosas coincidências da vida – topei com um texto de João Baptista Herkenhoff muito pertinente e esclarecedor. Nele, o jurista capixaba, que se autodefine como um “jurista marginal”,

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Nos tempos pós-modernos

Outro dia alguém me perguntou como entender esses nossos tempos pós-modernos em toda a sua complexidade, aceleração e virtualidade, considerando, ao mesmo tempo, os sonhos e as utopias. Não pretendo aqui dar uma definição do

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O Futuro do Presente

Sem dúvida, à arte cabe a nobre tarefa no processo de reumanização de nossa sociedade, tão deteriorada eticamente neste primeira década do terceiro milênio.

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