Os dilemas do Jornalismo Literário no Brasil
Márcio Souza trata da tendência de reduzir a literatura em segmentos de mercado. O leitor deixa de existir em detrimento da lógica do consumo.
Márcio Souza trata da tendência de reduzir a literatura em segmentos de mercado. O leitor deixa de existir em detrimento da lógica do consumo.
Debate sobre a regulamentação profissional do jornalista e a sua formação acadêmica no exercício das atividades de produção de conteúdo e de gestão de veículos de mídia comunitária.
O que se vê, em toda extensão do que se convencionou denominar rede de comunicação social, é a centralidade dos aspectos mercantis da cultura apropriada pela indústria. Ou seja, a indústria cultural ditando a pauta e comportamentos por imposição do consumo de bens eleitos e consagrados por todos os meios de comunicação disponíveis.
Abordando a sociedade em rede, que tanto pode aprofundar as desigualdades e as diferenças no acesso, como pode fazer emergir possibilidades inusitadas, que, se bem aproveitadas, quebram velhos paradigmas das sociedades puramente territorializadas.
A articulação de pessoas para as práticas colaborativas cria nuvens abertas de acesso e conexão, que se desdobra em fenômenos de solidariedade ciberespacial e que estão recolocando a cidadania no cenário digital.
A fluência cada vez mais intensificada e acelerada das informações. Os dados e informações se sucedem em quantidade e rapidez tamanha, que nada mais surpreende efetivamente, nada detém, nada contra-inclina para algum movimento reflexivo.
Exercício crítico por excelência. Os jornalistas abriram mão da função crítica e por isso tornaram-se apenas porta-vozes da indústria cultural.