A Casa Cor e a Cadeia
Previno àqueles leitores que este artigo não tem nada a ver com o anterior em que denunciava manobras em benefício próprio do atual Secretário Municipal de Cultura e sugeria ao prefeito da cidade de Goiânia
Previno àqueles leitores que este artigo não tem nada a ver com o anterior em que denunciava manobras em benefício próprio do atual Secretário Municipal de Cultura e sugeria ao prefeito da cidade de Goiânia
Para além da repercussão que suas páginas ecoam nos mais diversos tipos de leitores, acho gratificante escrever no Diário da Manhã* porque a paga é maior que a de qualquer outro órgão da imprensa brasileira.
Px Silveira faz a crítica do recente editorial publicado no jornal O Estado de São Paulo sobre a Lei Rouanet: “o jornalão paulista, em sua rota de transatlântico, incorre no erro de comparar bens materiais com bens simbólicos, afirmando, com todas as letras, que se os incentivos franqueados à cultura fossem propiciados às outras áreas, como a saúde e a engenharia, por exemplo, teríamos o hospital de um particular construído pelo dinheiro público, a estrada de uso particular construída pela dinheiro público, e assim por diante, não ficando ninguém para pagar os impostos”
Px Silveira retoma a discussão sobre a Lei Rouanet, com uma análise do nosso estágio de desenvolvimento democrático, expondo as zonas de conflito em torno dos usos da lei
A atual discussão que se opera em torno das leis de mecenato no Brasil está fora de foco. A CNIC está podre. Não a lei Rouanet.
Px Silveira disseca os problemas da Lei Rouanet com foco na CNIC, da qual foi afastado à força pelo MinC
Novas regras são criadas cotidianamente no âmbito da Lei Rouanet. Em tempos de definição da nova composição da CNIC, vale reproduzir os apontamentos postados no Blog do Brant por Px Silveira, que já dirigiu a Funarte em SP e já foi conselheiro da comissão
Px Silveira trata nesta edição da Tribuna do papel dos Pontos de Cultura na construção de uma política pública, e da relação entre as políticas discutidas na Teia e a nova Economia da Cultura que se desenha no país.
Fatores dinâmicos nos conduzem, necessariamente, a uma renovação profunda das instituições de representação, aglutinação e difusão cultural, o que outrora recebia o nome de “centros culturais”.
“O programa Cultura Viva é um empurrão histórico que vai enfim potencializar o amálgama das raças de que falavam próceres intelectuais brasileiros e que hoje são ecoados ponto por ponto, sendo cada um uma sílaba desse tempo presente”
“Outro sinal do despreparo reinante entre os aspirantes a poderosos de todos os rincões desta nação pode ser medido pela alienação e pelo desinteresse quase repulsivo que eles têm pela cultura”
O presidente do Instituto Pensarte assume cadeira na nova CNIC e faz um balanço das alterações institucionais sofridas pelo MinC
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