Cidadania digital e imprensa
A articulação de pessoas para as práticas colaborativas cria nuvens abertas de acesso e conexão, que se desdobra em fenômenos de solidariedade ciberespacial e que estão recolocando a cidadania no cenário digital.
A articulação de pessoas para as práticas colaborativas cria nuvens abertas de acesso e conexão, que se desdobra em fenômenos de solidariedade ciberespacial e que estão recolocando a cidadania no cenário digital.
Abordando a sociedade em rede, que tanto pode aprofundar as desigualdades e as diferenças no acesso, como pode fazer emergir possibilidades inusitadas, que, se bem aproveitadas, quebram velhos paradigmas das sociedades puramente territorializadas.
O que se vê, em toda extensão do que se convencionou denominar rede de comunicação social, é a centralidade dos aspectos mercantis da cultura apropriada pela indústria. Ou seja, a indústria cultural ditando a pauta e comportamentos por imposição do consumo de bens eleitos e consagrados por todos os meios de comunicação disponíveis.
O cotidiano da política e da economia faz o discurso que se infiltra em todos os espaços, expulsando a cultura para a periferia dos interesses da cidadania.
Em três semanas, nosso país viu a realização de três seminários internacionais de primeira linha, tratando de um mesmo tema: a economia criativa. Conceito charmoso, mas cujos contornos merecem ser burilados para se adequar ao nosso contexto brasileiro, não por menos foi exatamente este o objetivo central dos três eventos: debater o que é essa tal de economia criativa e mostrar, com exemplos muito práticos, a oportunidade que temos de promover o potencial socioeconômico de nossa criatividade.
A coluna Caderno2.0 da revista Cultura e Mercado deu origem a um novo porto de trabalhos, o blog Caderno2pontozero.blogspot.com, ferramenta de atualização permanente e experimentação das possibilidades de multi meios que o digital permitir.
A imprensa compareceu em massa na posse dos membros do Conselho Nacional de Políticas Culturais (CNPC), no último dia 19 de dezembro. Pena que não ficou até o final para conversar com algum dos os quarenta e seis integrantes do espaço de diálogo com as mais diversas representações governamentais, sociais e culturais.
Embora sendo gestos reais, apresentados com técnica e destreza, a dança é imaginária, virtual, já que não é o corpo real que gesticula, mas a personagem criada pela dança.
A televisão digital estreou oficialmente no dia 2 na cidade de São Paulo, de forma secreta. Apenas uns raríssimos paulistanos puderam vê-la em casa, com os equipamentos postos à venda a toque de caixa, nas últimas semanas.
A canção popular no Brasil constitui um fenômeno social de grande importância, o motivo é que ela não é só consumida em todas as classes, mas também é produzida em todas elas, num entrecruzamento definitivo para os rumos que o estilo adquiriu com o passar dos anos.
Bem vindos sejam ao Brasil, a maior democracia racial do planeta, terra da meritocracia e da igualdade de oportunidades. Neste feriadão, poucas notícias novas às portas da outrora terra dos tupiniquins.
Olá amigos, aqui quem vos fala é Alessandro Buzo, escritor da periferia de São Paulo e venho para falar do Dia da Consciência Negra. Feriado em varias cidades, inclusive na capital paulista. Dia para celebrar