O mercado fonográfico mundial teve a primeira alta nas vendas desde 1999. O crescimento registrado em 2012 foi de  0,3%, considerando discos, CDs, cassetes e música online. A informação é da Federação Internacional da Indústria Fonográfica (IFPI). 

A receita alcançou os US$ 16,5 bilhões. Desse valor, US$ 5,6 bilhões vieram da venda via formatos digitais, impulsionados pela difusão dos serviços de música em streaming, como o iTunes, o Spotify e o Deezer.

No total, a renda das gravadoras por consumo digital em modalidades como downloads, subscrições, música e vídeos em “streaming” e serviços gratuitos financiados por publicidade já representam 34% do total de seu faturamento.

No Brasil, o crescimento do mercado fonográfico foi de 5,13% em 2012, consolidando receita de R$ 398,2 milhões, também impulsionada pela música online, que registrou aumento de 83,22%, passando de R$ 60,8 milhões em 2011 para R$ 111,4 milhões em 2012. Os dados são da Associação Brasileira de Produtores de Discos, divulgados pelo jornal Folha de S. Paulo. 

Outro destaque ficou com a venda de músicas avulsas no Brasil , que cresceu 691% em relação a 2012. O aumento foi atribuído ao funcionamento da loja do iTunes no Brasil. Uma faixa brasileira, Ai Se Eu Te Pego, do cantor Michel Teló, ficou entre os “singles” mais baixados do mundo, no sexto lugar, com 7,2 milhões de downloads.

A IFPI creditou o resultado positivo à proliferação dos “smartphones”, dos tablets e dos novos serviços musicais com licença.

*Com informações da IFPI e da Folha de S. Paulo


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