Tudo menos Mais Cultura (ou a imprensa não parou para ouvir)
Nada no Jornal Nacional. Nada no Jornal da Globo. A cobertura da imprensa gerada pelo lançamento do Mais Cultura, enfim, mais uma vez em nada debateu as políticas culturais.
Nada no Jornal Nacional. Nada no Jornal da Globo. A cobertura da imprensa gerada pelo lançamento do Mais Cultura, enfim, mais uma vez em nada debateu as políticas culturais.
Se hoje o autor ainda tem o que negociar com uma editora ou gravadora, com o fim dos seus direitos patrimoniais nada mais o caberia – a não ser resignar-se com o que lhe oferece o mecenato.
Sociedade pressiona governo, por sua vez pressionado por emissoras, para a formulação de novos marcos regulatórios sobre concessões de televisão. Enquanto isso, TV Pública e discussão sobre propriedade intelectual e contra o monopólio das comunicações são apropriadas pelo interesse privado.
A concentração de propriedade cruzada dos meios de comunicação de massa afunilam ainda mais os gargalos produtivos da diversidade. No jornal mais assistido do país, cinema é sinônimo de propaganda de filmes parceiros das Organizações Globo e de uma campanha gritante contra a “pirataria”.
O copyright agora é a ferramenta usada pelas indústrias editoriais e de cinema, imagem e música para controlar seus mercados.
O novo é produto da inquietação do homem no seu desejo de permanência no universo de uma memória, não mais limitado ao repertório mitológico da tradição.
Grande imprensa abre debate sobre direitos autorais para criticar Ministério da Cultura, e Gil aproveita espaço para convocar sociedade ao debate público e à necessidade de regulação do estado.
Nessa entrevista, publicada em 3 de setembro de 2007 em Cultura e Mercado, faço um diálogo com Carlos Gustavo Yoda sobre a presença das novas tecnologias na formação de gestores culturais. Publico aqui a entrevista
Erlon José Paschoal pergunta se o teatro simplesmente foi riscado da agenda de inúmeros brasileiros bem informados?
O interesse público e os processos de discussão democrático sobre as tecnologias da comunicação e informação e suas políticas públicas são rebaixados, por um “interesse nacional” global. Tudo isso sob a batuta da Isto É Dinheiro e da grande imprensa.
Henry Burnett faz uma intinerância por sua memória afetiva para decapar o terreno de aparente novidade que envolve o tecnobrega paraense.
Mônica, Mickey e outros impérios dentuços da cultura no centro e na periferia das discussões!