Reportagem do jornal O Globo desta terça-feira (24/7) aponta que novos estudiosos da música brasileira vindos do exterior, os chamados “brasilianistas”, estão focando suas pesquisas em temas que vão além da Bossa Nova e da geração 1960 da MPB.
Os pesquisadores estrangeiros estão interessados em investigar outros ritmos, como a música caipira/sertaneja, o funk carioca, gêneros nordestinos como o repente e a produção contemporânea de artistas pernambucanos como Lirinha, Siba e Karina Buhr.
“No exterior, se você conhece Caetano, Gil e Tom Jobim, é possível pensar que você conhece a música brasileira. Quando você começa a investigar de forma mais profunda e descobre um Moacir Santos, um Vitor Ramil, mesmo um cara como o Wando, que todos os brasileiros conhecem mas ninguém no exterior conhece, você vê que a música brasileira vai mais além”, afirma Bryan McCann, autor de “Hello, hello Brazil — Popular music in the making of modern Brazil”, sobre o rádio brasileiro como laboratório da música popular entre as décadas de 1920 e 1950,
A íntegra da reportagem está disponível aqui.
*Com informações do jornal O Globo