O drama político “Hoje”, da diretora paulista Tatá Amaral, foi o grande vencedor do 44º Festival de Brasília. O longa levou seis prêmios: melhor direção de arte (Vera Hamburger), fotografia (Jacob Solitrenick), roteiro (Jean-Claude Bernardet, Rubens Rewald e Felipe Sholl), melhor atriz (Denise Fraga), melhor longa para a crítica e o principal, melhor filme, que dá direito também à maior premiação em dinheiro (R$ 250 mil).

O drama “Meu País”, de André Ristum, já exibido no Festival de Paulínia e com estréia comercial marcada para esta sexta-feira (7/10), também ganhou seis troféus: melhor direção, melhor ator (Rodrigo Santoro), melhor filme para o júri popular, melhor trilha sonora (Patrick De Jongh), montagem (Paulo Sacramento) e o prêmio Vagalume (um Candango que é dado por um júri de deficientes visuais) de melhor longa.

Três outros longas receberam, cada um, um troféu: “Trabalhar cansa”, de Juliana Rojas e Marco Dutra (SP), vencedor do prêmio de melhor atriz coadjuvante (para Gilda Nomacce); o documentário “As Hipermulheres” (RJ/PE), vencedor do prêmio de melhor som (para Mahajugi Kuikuro, Munai Kuikuro e Takumã Kuikuro); e o baiano “O homem que não dormia”, de Edgard Navarro, que levou o de melhor ator coadjuvante (para Ramon Vane).

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*Com informações do UOL Cinema


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