Cultura e Mercado esteve presente nesta ultima segunda (28) na Estação Pinacoteca, para a coletiva de imprensa do lançamento da primeira edição da Revista São Paulo Polo de Arte Contemporânea. A revista é o resultado da união entre as principais instituições culturais da cidade que juntas no São Paulo Pólo de Arte Contemporânea irão coordenar as principais atividades e calendários culturais e o desenvolvimento de programações conjuntas.
Estavam presentes na mesa Afonso Luz (representante do Ministério da Cultura), Tasso Gadzanis (vice-presidente SPTuris), Agnaldo Farias (curador da 29ª Bienal de SP), Carlos Calil (Secretário Municipal de Cultura), Heitor Martins (presidente da Fundação Bienal) e Claudinéli Ramos (coordenadora da Unidade de Preservação do Patrimônio Museológico). Na platéia principais representantes de grandes instituições culturais como Sesc, Tomie Othake, Centro de Cultura Judaíca também marcaram presença.
São Paulo Arte Contemporânea é formada por vinte e oito das mais importantes instituições culturais de São Paulo e articulando-se por intermédio da 29ª Bienal Internacional de São Paulo, busca potencializar a arte como meio de produção.
Heitor Martins destacou a importância da cultura para o desenvolvimento do país em três pilares: o poder de educar, a importância para o desenvolvimento econômico para a cidade e o acesso. A Revista seria o primeiro fruto desta agenda.
Segundo Tsso Gadzanis, “o diálogo e articulação de uma programação conjunta intensificarão as atividades culturais de forma a melhor atrair e atender o público nacional e internacional durante esse período, ressaltando assim o potencial gerado pela complexa e consistente infra-estrutura cultural montada na nossa cidade’’.
Todos os membros enfatizaram o fato de São Paulo ser a força de internacionalização da arte do país e importância que a cultura tem para o turismo do Estado de SP, inclusive o representante do MinC.
A primeira ação coordenada do Polo será realizada durante a 29º Bienal Internacional de São Paulo, entre 25 de setembro e 12 de dezembro, quando os centros culturais terão suas atividades alinhadas ao mote central da mostra: a relação entre arte e política. Será apenas o início de um esforço coletivo das instituições do Polo para firmar a cidade de São Paulo como um centro cultural de amplo impacto no meio artístico, na indústria do lazer e no setor educativo.
Como forma de garantir o sucesso dessa iniciativa pioneira, a Bienal de São Paulo dedicará uma parcela de seus recursos para elaborar materiais de divulgação e realizar ações na mídia para promover essa programação conjunta.
Afonso Luz aproveitou o momento para anunciar o lançamento do “novo fundo de cultura”, com verba de R$ 50 milhões, como um “modelo de financiamento mais estável’’ para as instituições de São Paulo ali presentes. O novo fundo nada mais é do que uma aprovação por decreto de parte do projeto de lei que revoga a Lei Rouanet, diluindo o Fundo Nacional de Cultura (FNC) em oito fundos.
Segue abaixo instituições que participaram do São Paulo Polo de Arte Contemporânea:
Associação Video Brasil
Caixa Cultural
Centro Cultural Banco do Brasil
Centro Cultural da Espanha em São Paulo
Centro Cultural São Paulo
Centro da Cultura Judaica – Casa de Cultura de Israel
Centro Universitário Maria Antonia
Cinemateca Brasileira
FIESP
Fundação Bienal de São Paulo
Instituto Cervantes
Instituto de Arte Contemporânea
Instituto Moreira Salles
Instituto Tomie Ohtake
Itaú Cultural
MAC/USP
Memorial da América Latina
Mube
Museu Afro Brasil
Museu da Cidade
Museu da Imagem e do Som
Museu de Arte Brasileira da FAAP
Museu de Arte de São Paulo
Museu de Arte Moderna
Museu Lasar Segall
Paço das Artes
Pinacoteca do Estado
SESC