Reportagem do jornal Valor Econômico desta segunda-feira (28/1) mostra como a capital Argentina, Buenos Aires, tem investido na expansão do seu circuito cultural, sobretudo com a abertura de novos instituições museológicas, públicas e privadas.
Em 2012, os museus portenhos registraram mais de cinco milhões de visitas, de acordo com levantamento divulgado pela Télam, agência de notícias do governo argentino. O recordista é o Museu Nacional de Belas Artes (MNBA), de entrada gratuita, que teve 1,4 milhão de visitantes.
Desde setembro do ano passado, o turístico bairro de San Telmo sedia o Museu de Arte Contemporânea de Buenos Aires (Macba), resultado da coleção do consultor do mercado financeiro Aldo Rubino. O novo espaço cultural é mais um investimento privado nas artes, seguindo o exemplo do mais antigo e conhecido Museu de Arte Latino Americana (Malba), do empresário do mercado financeiro e imobiliário Eduardo Constantini, e de iniciativas recentes como a Coleção de Arte Amalia Lacroze de Fortabat e o Faena Arts Center.
O setor público também investe em novos espaços culturais. O governo federal financiou a construção do Museu do Livro e da Língua, na Recoleta, enquanto a prefeitura de Buenos Aires investimento de mais de 110 milhões de pesos, ou cerca de R$ 50 milhões, para transformar uma usina elétrica do início do século passado, na Boca, em uma casa de espetáculos para até 1,2 mil pessoas na sala de concertos e 400 na destinada a orquestras de câmara, a Usina das Artes.
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*Com informações do jornal Valor Econômico